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sábado, 29 de novembro de 2014

Barbosa diz que Programa Banda Larga para Todos ser�uma das prioridades do Planejamento � Blog do Planalto

Barbosa diz que Programa Banda Larga para Todos ser�uma das prioridades do Planejamento � Blog do Planalto

Dilma anuncia em breve novo integrante do STF | Brasil 24/7

Dilma anuncia em breve novo integrante do STF | Brasil 24/7

Aécio está ‘mudo e calado’ porque recebeu R$ 35,7 mi de empresas da Lava Jato, diz PT

Aécio está ‘mudo e calado’ porque recebeu R$ 35,7 mi de empresas da Lava Jato, diz PT:



aecio-mente


O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), arrecadou R$ 222,92 milhões em doações na última campanha eleitoral. Desse total, R$ 35,77 milhões, pouco mais de 16%, saíram de empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, no âmbito das denúncias de corrupção e pagamento de propinas que envolvem a Petrobrás.

Os dados foram obtidos com base nas prestações de contas eleitorais das campanhas, divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em sua página na internet.

O levantamento feito pela Agência PT de Notícias mostra também que, somado o valor doado ao candidato à Presidência com as doações ao diretório nacional do PSDB (R$ 174,29 milhões) e ao comitê nacional financeiro para presidente do partido, no valor de R$ 201,25 milhões, o caixa partidário reuniu R$ 598,47 milhões. Ou seja, mais de meio bilhão de reais.

No primeiro levantamento feito pela reportagem, há uma semana, com base nos dados parciais de início de setembro divulgados pelo TSE, Aécio Neves registrava apenas R$ 4 milhões em doações das construtoras Odebrecht e OAS.

Na prestação de contas final, outros quase R$ 31,8 milhões foram incorporados à arrecadação do candidato tucano. O atual levantamento registra doações também das associadas Queiroz Galvão, UTC e Andrade Gutierrez.

Todas integram o “clube vip” do esquema de corrupção – como os próprios denunciados se referiam, em grampos autorizados pela justiça, ao grupo de empreiteiras que detém o controle das obras da estatal por meio de formação de um cartel.

O esquema foi denunciado pelo ex-diretor Costa após fechar acordo de delação premiada com a Justiça Federal do Paraná.

via pt.org.br

Ex-patrão indenizará operário por obrigá-lo a rezar no trabalho

Ex-patrão indenizará operário por obrigá-lo a rezar no trabalho: O artigo 5º da Constituição, em seu inciso VI, enaltece o princípio da tolerância e o respeito à diversidade religiosa, o que abarca, até mesmo, a liberdade de em nada crer ou, simplesmente, se confessar ateu. Logo, a liberdade de crença de alguém vai até onde não comprometa a liberdade dos outro...


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

PT S�O PAULO: �nibus da madrugada v�o come�ar a rodar no come�o de 2015 em S�o Paulo

PT S�O PAULO: �nibus da madrugada v�o come�ar a rodar no come�o de 2015 em S�o Paulo

Rog�rio Cezar de Cerqueira Leite: Por que votei em Dilma Rousseff - 27/11/2014 - Opini�o - Folha de S.Paulo

Rog�rio Cezar de Cerqueira Leite: Por que votei em Dilma Rousseff - 27/11/2014 - Opini�o - Folha de S.Paulo

Consolidando conquistas sociais. Pronatec vai beneficiar deficientes, população de rua e adolescentes

Consolidando conquistas sociais. Pronatec vai beneficiar deficientes, população de rua e adolescentes: O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) terá uma modalidade para beneficiar pessoas com deficiência, adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas e moradores de rua. O chamado Pronatec Direitos Humanos teve as regras e critérios para a execução e monitoramento definidas em portaria da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) publicada nesta quarta-feira (26) no Diário Oficial da União.



De acordo com a portaria, a modalidade será dividida em três grupos: Pronatec Viver Sem Limite, Pronatec Sinase e Pronatec População de Rua.



A qualificação e aperfeiçoamento profissional desses grupos será feita dentro das regras do programa, estabelecidas pelo Ministério da Educação, a partir de demandas apresentadas pela SDH.



A secretaria vai atuar em conjunto com órgãos estaduais, municipais e organizações da sociedade civil para identificar demandas e organizar a seleção e a pré-matrícula dos beneficiários.



Assim como nas outras modalidades do programa, os cursos do Pronatec Direitos Humanos serão ofertados pelas instituições das redes federal, estadual e municipal de educação profissional e instituições dos serviços nacionais de aprendizagem.



Criado em 2011, o Pronatec já ofereceu cerca de 7,5 milhões de vagas. A meta do governo é chegar a 8 milhões até o fim de 2014, antes da segunda etapa do programa, que deverá oferecer 12 milhões de vagas entre 2015 e 2018.



(Os Amigos do Presidente Lula)


Di�rio do Centro do Mundo � “Vai pra Cuba!” �um grito que escorre como b�lis dos l�bios do neo-reacion�rios

Di�rio do Centro do Mundo � “Vai pra Cuba!” �um grito que escorre como b�lis dos l�bios do neo-reacion�rios

Thomas Piketty: “Marx �possivelmente mais importante que Jesus.” | bloglimpinhoecheiroso

Thomas Piketty: “Marx �possivelmente mais importante que Jesus.” | bloglimpinhoecheiroso

Dos rostos da Cracol�ndia, a Veja s�enxerga um: o branco | bloglimpinhoecheiroso

Dos rostos da Cracol�ndia, a Veja s�enxerga um: o branco | bloglimpinhoecheiroso

Day 331: Be thankful for the love! | Urban Girl SF

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More from the Panmure Series… Mythical | Amy Crawford Art

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PT n�o desistiu da Veja | Conversa Afiada

PT n�o desistiu da Veja | Conversa Afiada

Coluna do Ricardo Mac Donald: Curitibanos pagam mais IPVA de seus carros do que IPTU de suas casas

Coluna do Ricardo Mac Donald: Curitibanos pagam mais IPVA de seus carros do que IPTU de suas casas:

fruet_madonald_iptu.jpgRicardo Mac Donald*

A crise financeira que está se avolumando neste final de ano e promete se instalar em 2015, nos três níveis de governo, requer os tais remédios amargos, difíceis de digerir, mas capazes de evitar males maiores.

As dificuldades do Estado – que vem parcelando inclusive verbas salariais, e a situação da União frente a déficits fiscais crescentes e dificuldades de controlar a inflação, fazem com que todos os administradores públicos redobrem o cuidado com suas despesas.

A centralização, fenômeno que dificulta a vida dos municípios, torna as cidades cada vez mais dependentes das parcelas que sobram do bolo federal. Hoje, apenas três capitais brasileiras têm mais receitas próprias que verbas transferidas dos governos estaduais e da União. As demais agravam sua dependência, sendo, de certo modo, forçadas a abrir mão de sua autonomia e capacidade de planejamento em prol de uma agenda centralizada que, muitas vezes, não leva em conta as particularidades municipais.

Nesse cenário, Curitiba luta para manter seu posto de cidade ambiental e economicamente sustentável, bem planejada, que prevê o futuro e age para manter suas conquistas.

Assim, depois de dez anos e de uma perda de arrecadação de 2 bilhões de reais, o IPTU será corrigido, com percentual de 5% e de 8% (para terrenos ociosos), além da inflação do período. Entretanto, cerca de 100 mil unidades continuarão isentas, tendo em vista o tamanho das edificações, valor, renda familiar, finalidades associativas ou assistenciais, com o objetivo de não onerar quem não tem condições de pagar.

Vale ressaltar que, com o protelado congelamento da Planta Genérica do Município, muitos curitibanos estão pagando mais IPVA de seus veículos do que IPTU de suas casas, quando para sustentar a cidade em que vivemos com nossas famílias o razoável deveria ser o contrário.

*Ricardo Mac Donald Ghisi é advogado, secretário Municipal de Governo de Curitiba. Escreve às sextas no Blog do Esmael.

Decano do banditismo tupiniquim

Decano do banditismo tupiniquim:





Só tem sentimento de ilegitimidade quem governou à margem da lei por oito anos; e foi um dependente químico da impunidade, garantida por quem deveria tomar as providências necessárias contra essa marginalidade.



O desejo de submeter à uma insólita judicialização as decisões da presidenta reeleita não passa de deboche, vindo de quem nunca esteve preocupado com os efeitos que um processo judicial poderia causar pra si.



Alguém que usou o cargo mais alto da nação pra cometer os crimes mais hediondos tem a mais inarredável certeza de fazer parte de uma casta historicamente postada acima da lei desde a concepção desta.



Só alguém que atingiu o triste posto de decano do banditismo tupiniquim tem a audácia de vir a público e falar em "sentimento de ilegitimidade" como justificação pra qualquer aventura. Para esse velho patife, a ditadura só trouxe benefícios, desde a aposentadoria aos 37 anos de idade, até a permissão que engendrasse uma retórica aparentemente desassombrada, que um dia fez dele aos olhos da nação alguém antenado com as causas populares, ilusão desfeita quando a ele foi confiada a presidência e logo foi percebido tratar-se de um capo a serviço do mais vil banditismo.


Guiding Light by Alexander Riek

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Com apoio de Lula, Dilma quer governo conciliador | Brasil 24/7

Com apoio de Lula, Dilma quer governo conciliador | Brasil 24/7

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Reflexões de Nova York

Reflexões de Nova York:

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No post anterior, alguns leitores – em especial a ala coxinha – protestaram contra o gráfico abaixo, dizendo que ele estava distorcido. Não estava. Está rigorosamente correto. Vou repeti-lo.

ScreenHunter_5395 Nov. 24 22.36




A escala está muito bem explicitada no eixo da esquerda.

O objetivo de um gráfico como esse é dar destaque à variação.  É assim que se faz gráfico, em toda a parte, em todo mundo. A Bovespa, por exemplo, publica seus gráficos com a variação diária do índice Ibovespa da mesma forma. O de ontem:

ScreenHunter_5396 Nov. 27 09.23




Observem que a escala tem início no 54.977, de maneira que a variação de 56.077 pontos para 54.977 dá a impressão de uma montanha russa. Se o gráfico iniciasse no zero, a noção visual da mudança seria prejudicada.

A crítica que fazemos aos gráficos da Globo é quando estes violam a escala. Ou seja, seria distorção se a coluna referente aos 51 bilhões parecesse menor que a de 49. Por incrível que pareça, é isso que a Globo tem feito.

O gráfico que eu publiquei mostra que os investimentos estrangeiros diretos no Brasil permanecem elevados.

São investimentos em produção, de longo prazo.

O mundo acredita no Brasil e os temores apocalípticos promovidos pela mídia são puramente especulativos.

*

Dito isto, passemos à política.

A análise de conjuntura está paralisada por algumas indefinições.

Por exemplo, o blogueiro Luis Nassif publicou uma série de posts sobre um possível golpe eleitoral, costurado no judiciário, com a entrega da relatoria das contas de Dilma em mãos do ministro Gilmar Mendes, conhecido por um oposicionismo estridente. Segundo Nassif, Gilmar tentará usar dados da operação Lava Jato, que prendeu donos de empreiteiras que doaram para a campanha de Dilma, para impugnar sua vitória.

O fato das mesmas empreiteiras terem doado para a campanha de Aécio, contudo, dificultará a manobra.

De qualquer forma, essas paranoias, fundadas ou não, terão vida curta, visto que o TSE terá de aprovar as contas da campanha da presidenta até o próximo dia 10 de dezembro. Uma eventual impugnação das contas, por sua vez, deverá ser feita até sexta-feira agora.

*

Com exceção desse fantasma incômodo, marcado para desaparecer dentro de alguns dias, a política segue seu curso normal, dentro das circunstâncias da nossa jovem e nervosa democracia: a saber, diariamente uma nova leva de crises políticas e escândalos.

Às vezes eu me pergunto se ainda há alguém que realmente lê as reportagens sensacionalistas sobre a corrupção na Petrobrás.

A agenda política da imprensa ficou tenebrosamente chata, deprimente e tendenciosa.

A oposição e a mídia bem que tentaram jogar o peso das denúncias apenas nas costas do PT, mas a operação não deu certo.

Pode não ser agora, mas em algum momento, a presidenta Dilma e o PT serão vistos como os mocinhos nesta história: foram eles que deram autonomia e condições à Polícia Federal para investigar.

O fato da PF pegar diretores da Petrobrás e servidores ligados à base aliada apenas reforça o republicanismo heroico, às vezes quase suicida, do governo.

Ao que parece, a PF desbaratou outra quadrilha com conexões dentro do governo: os procurados tinham ligações familiares com o ministro da agricultura.

Ponto para a PF e para o governo.

*

Passei uma semana em Nova York – por isso o título – e aproveitei para comprar jornais e revistas, por lá.

No New York Times, li uma extensa reportagem sobre o sistemático desvio de recursos e armas fornecidos pelo governo americano ao exército do Iraque.

Os generais iraquianos recebem as armas doadas pelo Pentágono, dão metade para seus soldados, e vendem o resto.  Fazem isso com recursos, alimentos, roupas.

Inflam as folhas de pagamento com soldados-fantasma, para ficarem com os salários.

Fazem tudo isso num país devastado pela miséria, fome, guerra, doenças, fanatismo e terrorismo.

Enquanto os soldados morrem em emboscadas organizadas por grupos terroristas cada vez mais presentes e perigosos, os oficiais enriquecem à custa do sangue de seus próprios compatriotas.

É uma lógica macabra: quanto mais terrorismo, mortes e caos, mais os EUA mandam recursos e armas, e mais os corruptos ganham dinheiro.

Nos últimos 10 anos, as cifras desviadas montam a dezenas de bilhões de dólares.

O nervosismo dos americanos cresce junto com a expansão do Estado Islâmico e outras organizações no Iraque. Alguns falam em repassar dinheiro diretamente às tribos sunitas dispostas a combater o terrorismo, mas o governo iraquiano rejeita duramente essa possibilidade, alegando que iria violar a soberania do país e acirrar as rivalidades étnicas internas (o governo é dominado por xiitas, adversários dos sunitas).

Todos os analistas entrevistados, do governo, do exército e da iniciativa privada, concordam que há um problema ainda maior que a corrupção do oficialato e do governo iraquianos: a total impossibilidade de investigar e punir oficiais ligados ao governo.

Os únicos punidos são oficiais ligados aos adversários do atual presidente do Iraque.

Ainda no Times, topo com uma matéria curta, sem destaque na primeira página, sobre um dos mais sangrentos atentados ocorridos este ano no Afeganistão. Um homem bomba explodiu numa partida de volei numa cidade do interior do país, matando mais de 50 pessoas e deixando centenas de feridos.

Há alguns anos, uma coisa assim ganharia destaque na capa de todos os jornais. Hoje, é notinha sem importância.

Na Síria, a guerra civil já matou centenas de milhares de pessoas, e desalojou outras milhões. Igualmente, há muita corrupção envolvida. Os recursos e armas doados pelo Ocidente aos “rebeldes” que lutavam contra o governo sírio, acabaram, ó cruel ironia, em mãos de terroristas do Estado Islâmico.

Todo o oriente médio parece viver um pesadelo. A primavera árabe se tornou um circo de horrores.

O Egito, agora novamente governado por um militar, voltou a ser uma ditadura. Na área do Monte Sinai, próximo à fronteira com Israel, o governo bombardeia civis e destrói casas, num esforço nada humanitário para encerrar o contrabando.

Segundo a Economist, os reinos árabes descobriram uma nova e cruel maneira de lidar com opositores: tirar suas cidadanias. No Kwait, um empresário dono de um canal de TV que fazia oposição ao governo, perdeu a cidadania. Sua TV foi fechada. E ele está prestes a ser deportado, não se sabe para onde, já que não tem pátria.

A Ucrânia, que também viveu uma revolta do tipo “árabe”, com o povo nas ruas pedindo (e obtendo) a renúncia de um presidente eleito, vive uma terrível crise econômica. O PIB deve fechar o ano com uma queda superior a 10%, e a dívida externa do país explodiu. A Economist pede ao FMI e aos países ricos que emprestem mais alguns bilhões para a Ucrânia, em troca, é claro, de mais interferência em sua política econômica.

Todos os países que viveram “revoluções” ou mudanças violentas de governo nos últimos anos – Egito, Líbia, Síria, Iraque, Ucrânia – estavam muito melhor antes do que hoje.

Os EUA têm responsabilidade fundamental diante do sofrimento de milhões e milhões de pessoas. Esse tipo de crítica, contudo, não aparece na mídia norte-americana.

O México vive uma crise política bastante séria, após o assassinato covarde de 43 estudantes numa cidade do interior.

A Economist tenta uma defesa canhestra de Henrique Peña Neto, presidente do México, dizendo que ele foi eleito com grandes expectativas e elogiando as suas medidas neoliberais, como entregar o petróleo do país a estrangeiros. A revista é obrigada a admitir, porém, que os mexicanos já não gostam de seu presidente.

Recentemente, descobriu-se que Neto mora numa casa de 7 milhões de dólares pertencente a um empreiteiro da região natal do presidente, e que por pouco não ganhou um contrato bilionário para construir um trem de alta velocidade, num projeto do governo.

Assim como no Iraque, o problema da corrupção mexicana é que não há investigação de membros do governo; quando há, é rapidamente abafada.

No Brasil, é tudo ao contrário. Só há investigação de membros do governo. A oposição é sempre poupada.

Enquanto isso, a nossa imprensa vende ao distinto público que o problema é o “bolivarianismo”.

*

Entretanto, há um lado saudável nessa cruzada da imprensa comercial contra o governo.  Já ouvi diversos comentários sobre isso de gente bastante antipática ao PT. É a noção de que, com o PT, a imprensa não abafa.

Isso também ajuda a explicar a vitória de Dilma Rousseff.

Em se tratando de corrupção, havia o temor de que a vitória do PSDB desencadeasse, na imprensa e nos órgãos de investigação, uma gigantesca reviravolta.

A grande mídia deixaria de ser de oposição, e se tornaria despudoradamente chapa-branca.

O Ministério Público, o Judiciário e a Polícia Federal perderiam subitamente o furioso entusiasmo investigatório antigoverno que mostram hoje.

A corrupção voltaria a ser varrida, alegremente, para debaixo do tapete.

*

Estou devendo a continuação do post sobre Enzo Tortora, o maior escândalo judiciário da Itália em várias décadas. Fá-lo-ei em breve, talvez amanhã, se não houver nenhum golpe a ser debelado.

*

A leitura de reportagens sobre a situação no Iraque, Afeganistão, Síria, Ucrânia, me fez refletir que devemos agradecer pelos problemas que temos.

Nossa mais atual crise política, por exemplo, tem como pano de fundo uma grande investigação feita pelo próprio Estado contra membros do próprio governo, e contra alguns dos homens mais ricos do país. Isso é muito raro em qualquer parte do mundo.

Na China, de vez em quando há processos amplos contra a corrupção dentro do governo, mas sempre são direcionados a personagens ligados aos adversários do comitê central.

As democracias ocidentais, todavia, não são nenhum paraíso anti-corrupção. Nem a corrupção jamais foi monopólio de estatais. Ao contrário, as crises financeiras vividas pelos países ricos nos últimos 15 ou 20 anos tiveram, todas, como epicentro, a corrupção de grandes corporações totalmente privadas. Os governos dos EUA e da União Europeia, tiveram que despejar trilhões de dólares, sacados da conta-imposto dos contribuintes de cada país, para pagar os estragos causados pelo jogo sujo de algumas gigantes do mercado financeiro, que sempre operaram em conluio com a mídia.

As investigações contra os responsáveis por essas crises deixam sempre a desejar, mesmo nas democracias mais sólidas.

Por isso, é importante considerarmos que, em meio a tantas crises políticas, estamos aos poucos forjando uma cultura de investigação e republicanismo que merece a nossa admiração.

Claro, sabemos que, por trás das investigações, há interesses políticos e pressões midiáticas, ambos nada republicanos, mas isso é inevitável.  Faz parte do jogo.

Desde que não se queira violar a soberania do povo e derrubar um presidente eleito, sem que haja uma evidência bastante concreta de seu envolvimento pessoal, a disposição do Estado de investigar a si mesmo é digna de mérito.

*

Diante dos massacres cotidianos vistos na Síria, no Iraque e no Afeganistão; do ebola na África; das guerras civis sanguinárias se alastrando; do assustador avanço do fanatismo, de um lado, e da tirania, de outro, no oriente médio; diante de tudo isso dá até vontade de rir da nossa irritação contra a… Katia Abreu.

No entanto, continuo com a mesma opinião.

A maneira como o nome dela foi divulgado, num contexto de total apagão político e comunicacional do governo, me pareceu um grande erro.

A mesma coisa vale para o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Em minha estada em NY, percebi uma coisa. Tanto o presidente dos EUA, Barack Obama, como seus secretários, se pronunciam quase diariamente sobre os principais problemas do país.

Claro, a imprensa de lá é infinitamente mais plural.

Mesmo assim, há um esforço, por parte dos políticos, de falarem diretamente a seus eleitores. Isso não é considerado bolivarianismo.

O presidente Obama divulga vídeos de suas falas. As TVs reproduzem porque lhes dá audiência.

É sempre tranquilizante ouvir a opinião do presidente, mesmo que não se concorde com ele.

Por que Dilma não explica, em vídeo, porque precisa escolher um ministro da Fazenda com perfil mais conservador?

Os movimentos sociais e os intelectuais de esquerda continuariam não aprovando, mas o diálogo ficaria mais aberto, mais transparente.

Além disso, o governo parece agir sempre como se fosse ilegal fazer política.

A mídia é a principal responsável por essa estranha jurisprudência. Que só vale para o PT, aliás.

Se Dilma não quer fazer isso, se quiser preservar sua imagem, então arrume um porta-voz, que possa falar diariamente à população, desfazendo boatos, explicando diretrizes.

No caso da Katia Abreu, por exemplo, seria importante o governo vir à público falar que, independente do nome indicado para a pasta da Agricultura, terá esta e aquela diretriz no setor agrícola.

*

A Globo está fazendo um jogo esperto: posando de defensora do governo contra a militância do PT, tratada como um bando de idiotas radicais.

O editorial de hoje consegue uma proeza linguística: elogia as opções conservadoras do governo para a agricultura e fazenda ao mesmo tempo em que detona o governo e, sobretudo, a esquerda e a militância, que ousam protestar.

O governo tem de tomar cuidado para não entrar nesse jogo, que é uma armadilha. A militância é seu único aliado verdadeiro contra a mídia, que forma o principal e mais perigoso partido de oposição.

Se há divergências entre a militância e o governo, não devem jamais ser dirimidas por notinhas plantadas na imprensa, e sim através de um diálogo franco, aberto e transparente.

*

O governo Dilma não pode esquecer a lição de junho de 2013.

Popularidade de Ibope e Datafolha não vale nada sem base social.

Na primeira crise, evapora.

Ouvir a base social, além disso, é respeitar a democracia; e ajuda o governo a melhorar sua gestão.

Foi uma excelente notícia, por isso mesmo, que Dilma tenha recebido, ontem, Frei Beto e Leonardo Boff, e declarado que haverá “um diálogo permanente, orgânico, contínuo, com os movimentos sociais e com a sociedade em geral”.

Sem esse diálogo, o governo apenas ouve a sociedade através da grande mídia, e por isso ouve mal, ouve errado e ouve mentiras.

Outra frase de Dilma serve de lição à militância, de que deve permanecer sempre crítica e rebelde: “Eu prefiro escutar críticas, do que apenas escutar as coisas boas que eu faço. Porque aí eu aprendo”.

Não se ajudará o governo com elogios.

O governo não é perfeito. Dilma não é perfeita. Ambos tem defeitos, vícios e limitações. Seguramente irão errar muito nos próximos quatro anos.

É importante que todos os setores, em especial as correntes progressistas, que apoiaram a eleição da presidenta, expressem suas críticas, com franqueza, para que as correções de rumo sejam feitas para o lado certo, para o lado do povo.

Le canal de la Martinière by Antoine Daniel

Le canal de la Martinière by Antoine Daniel:




Le canal de la Martinière by Antoine Daniel



Levé de soleil sur le canal de la martinière au sud de Nantes



Antoine Daniel: Photos







the natural bridge by Viktoria Haack

the natural bridge by Viktoria Haack:




the natural bridge by Viktoria Haack



The Natural Bridge in Yoho National Park, BC, Canada.
Freezing temperatures have caused some beautiful ice formations on the rocks.
Thanks to my friend Dani Lefrancois for suggesting a stop here.

My Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viktoria-Haack-Photography/116186781787512



Viktoria Haack: Photos







Luciano M. Costa: Há uma concentração excessiva da mídia no Brasil

Luciano M. Costa: Há uma concentração excessiva da mídia no Brasil: O jornalista e apresentador do programa de rádio do Observatório da Imprensa, Luciano Martins Costa, concedeu uma entrevista exclusiva para a Rádio Vermelho. Luciano analisou os caminhos que a presidenta Dilma Rousseff deverá percorrer em busca da democratização da comunicação, o papel das redes sociais durante as eleições deste ano e também falou sobre como desenvolver as mídias alternativas para fazerem frente à imprensa tradicional.



Por Ramon de Castro, para a Rádio Vermelho


Mesmo quando dói

Mesmo quando dói:

Mesmo quando dói

Ricardo Gondim

Há momentos em que o dia a dia perde sentido. O acesso aos sonhos fica comprometido. Entopimos as frestas por onde pode soprar a brisa do espírito. Nossos olhos, feito janelas cerradas, não deixam entrar colorido na alma. Nesses hiatos, substituímos confiança com decepção. Nossa tristeza apaga o ímpeto de seguir adiante. Nossa infelicidade nos abate. O calor de pelejar nos sucumbe à inação. Não sobra no peito a energia fundamental de amar. Com o coração quebrado gritamos lamentos. Sentimos o granito ceder e ficamos sem pé. A decepção esgota-se a fonte do entusiasmo. Nossas balizas existenciais caem e nossa estrada perde o norte. Os diques da amargura se rompem e nos vemos à deriva.

Há momentos em que o silêncio absoluto e impenetrável da covardia abafa nossa coragem. O império da culpa confisca nossa confiança. O pavor do inesperado transforma nossa alma em masmorra. Os sonhos definham. Sentimos a força do imobilismo. Soturnos, só pensamos em compor réquiens. Na poesia, versificamos as palavras que rimam com tédio. Procuramos metáfora para fatiga. O espírito faz melodia aos soluços.

Há momentos em que insistimos por mera teimosia. As escolhas acontecem, mas empurradas pela inércia de tempos bem vividos. Tangemos a vida, sem ânimo. Optamos pela solitude. Se vamos adiante é por constrangimento. Basta-cumprir o horário e acabar a tarefa. No tabuleiro, contentamo-nos em desempenhar o peão, resignado com a sorte de proteger o rei. No palco, aceitamos a sina de marionete, que dança sob os dedos do títere. Na vida, não reclamamos em nos perder na multidão que repete roteiros impostos.

Há momentos em que já não conseguimos retroceder. Parece que uma voz sinistra nos ordenar a marchar: O próximo, o próximo, o próximo. Estamos numa fila obediente. Cabisbaixos, acatamos a sentença lúgubre: Desçam.  Mas nos damos conta que, apesar de toda a resiliência e toda a determinação, como um só rebanho, seguimos para o último e inusitado compromisso: a morte.

Nesses momentos sóbrios, precisamos trazer à memória o que pode nos dar esperança. Remontar os pedaços de alegria que ficaram no passado e, com ternura, revivê-los em rodas de conversa com amigos. Nada trouxemos a este mundo, mas não sairemos dele de mãos vazias. Nossas memórias nos acompanharão por quaisquer outros universos que ainda habitaremos. Nossa riqueza serão o sorriso que provocamos, a gratidão que oferecemos, o instante de ternura que repartimos e o riso que despertamos.

Nesses momentos em que depuramos a vida dos idealismos, não nos resta outra saída senão a companhia de amigos. Pais, mulher, filhos, irmãos, eles encarnam os traços mais sutis do divino. Toda a fortuna não substitui o abraço demorado de quem nos enchia de saudade. Todas regalias do poder não valem a paz de deitar e logo pegar no sono depois de uma refeição temperada com muita gargalhada.

Nesses momentos em que a vida estanca, e topamos com nossa precariedade, devemos transformar qualquer dia em um sábado. Se acharmos uma caverna para nos esconder, melhor ainda. Se conseguirmos nos exilar em algum deserto, podemos nos reinventar. Mesmo em meio a dores infernais, Deus povoará nossas interjeições mais tristes. Habacuque, o profeta bíblico, afirmou: Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos,
todavia, eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação [3.17-18].

Rubem Alves nos ensinou que Deus habita nessa conjunção: TODAVIA. E há momentos em que ela nos basta para seguir em frente.

Soli Deo Gloria

friends from the picture by Sebastian Luczywo

friends from the picture by Sebastian Luczywo:




friends from the picture by Sebastian Luczywo





Sebastian Luczywo: Photos







Photo

Photo:





Blog do Esmael � Richa d�calote no 1/3 de f�rias dos funcion�rios p�blicos do Paran�

Blog do Esmael � Richa d�calote no 1/3 de f�rias dos funcion�rios p�blicos do Paran�

Differents ways by David Martín Castán

Differents ways by David Martín Castán:




Differents ways by David Martín Castán



http://www.davidmartincastan.es/workshop-iceland



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Caso cerrado: Policía india concluye que dos niñas 'violadas' y colgadas en un árbol se suicidaron

Caso cerrado: Policía india concluye que dos niñas 'violadas' y colgadas en un árbol se suicidaron: Preview

Las autoridades indias concluyen que las dos niñas encontradas colgadas de un árbol a mediados de año en Uttar Pradesh fueran violadas y asesinadas. Pero los familiares se niegan a aceptar la versión de un suicidio y exigen que se reabra el caso.


Original enclosures:
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Afterburner by Jed Pearson

Afterburner by Jed Pearson:




Afterburner by Jed Pearson



Autumn sunset on Talacre beach



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L�der do DEM recebeu dinheiro de empresas alvo da Opera�o Lava Jato - Jornal i9 - Not�cias de Campo Grande, MS e Regi�o

L�der do DEM recebeu dinheiro de empresas alvo da Opera�o Lava Jato - Jornal i9 - Not�cias de Campo Grande, MS e Regi�o

"autumn rain"2014 by e&e photography

"autumn rain"2014 by e&e photography:





"autumn rain"2014 by e&e photography



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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Novas medidas econômicas ainda não estão maduras

Novas medidas econômicas ainda não estão maduras:

A Presidência da República confirmou nesta quarta-feira que a nova equipe econômica será anunciada amanhã, mas não haverá posse dos ministros. A ideia é que os novos titulares da Fazenda e do Planejamento fiquem despachando no Palácio do Planalto enquanto os atuais ministros permanecem no cargo.

A principal razão para criar essa equipe de transição do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff é de ordem política. Nesta quarta, o governo não teve força para votar no Congresso o projeto que abandona a meta de controle dos gastos públicos em 2014. Vai tentar aprovar a medida na semana que vem. Falta amarrar apoios na Câmara.

Enquanto não aprovar esse projeto, o governo não quer que os novos ministros respondam pela economia. Dilma quer deixar que o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, se responsabilize por medidas mal vistas pelo mercado. Em resumo, pretende limpar a área para o novo time econômico.

Os ajustes que o governo fará na economia ainda não estão maduros. Deverá haver algum corte de gastos e é possível que haja um aumento de uma contribuição cobrada no preço da gasolina. Mas a presidente quer um ajuste gradual. Está discutindo a dosagem do sacrifício. Por isso, está ganhando esse tempo.

Na sexta-feira, Dilma vai participar de um encontro do PT em Fortaleza. Quer evitar um fogo amigo contra Joaquim Levy, que deverá ser o novo ministro da Fazenda.

Confira o comentário:



Los disturbios raciales de Ferguson y la imagen de EEUU en el mundo

Los disturbios raciales de Ferguson y la imagen de EEUU en el mundo:



propaganda sovietica


Cuentas de Twitter de partidarios de ISIS han aprovechado los disturbios raciales de Ferguson para tirar de propaganda. Cuando representas a la última encarnación del mal, nunca viene mal resaltar que tu mayor enemigo no tiene mucho de lo que alardear. En Vox, recurren al inevitable experto, que comenta que ya en agosto con los primeros incidentes ocurridos por la muerte a tiros de Michael Brown los yihadistas estaban siguiendo de cerca los acontecimientos con la esperanza de que la tensión racial permitiera aumentar su capacidad de reclutar a musulmanes negros norteamericanos.

En realidad, no hay nada nuevo en todo esto, ni hay que imaginar que ISIS va a tener que aumentar sus comités de recepción de voluntarios. En otras zonas del mundo donde no están intentando matar a nadie también se contempla con satisfacción lo ocurrido en Ferguson. En realidad, eso lleva ocurriendo desde hace muchas décadas. El poder blando es un activo difícil de desarrollar y muy fácil de perder cuando no estás a la altura dentro de tus fronteras del mensaje que intentas propagar fuera.

En algunos países, la información internacional es un recurso propagandístico que no se desperdicia. De entrada, sirve para hacer ver a ciudadanos no demasiado contentos con el estado de cosas en el país que el resto del planeta también es un lugar inhóspito y repleto de problemas graves. Si el Gobierno está enfrentado a Washington, eso le permite cuestionar su papel autoproclamado de defensor de la libertad y la democracia.

Por tanto, esas cuentas de ISIS no forman parte de una estrategia original. Los informativos de televisiones públicas en Rusia, Egipto e Irán han hecho una amplia cobertura de Ferguson con sarcásticos comentarios adicionales. También los políticos. La cuenta de Twitter del Ministerio ruso de Exteriores destacó en agosto las declaraciones de un alto cargo que comentó que EEUU “debería preocuparse de sus propios problemas y no inmiscuirse en los de otros”. Y con este mensaje, iba incluida la foto de la detención de una superviviente del Holocausto de 90 años por manifestarse contra la decisión del gobernador de Missouri de enviar a Ferguson a la Guardia Nacional.



jpost
Mi comentario favorito es el del portavoz del Ministerio egipcio de Exteriores,  que ha hecho un llamamiento a las autoridades norteamericanas para que actúen con contención ante estos hechos y respondan a las manifestaciones de acuerdo con los principios de su país e internacionales. Con contención. Las palabras con las que el Departamento de Estado o la UE lanzan un aviso a los gobiernos de los países donde se producen graves conflictos internos.

Es un déjà vu que nos envía de vuelta a los años 40 y 50. En la época en que la segregación racial continuaba existiendo en el sur de EEUU y los negros sufrían todo tipo de obstáculos legales para ejercer su derecho al voto, las noticias con imágenes de Alabama, Mississippi y Luisiana eran una bendición para la propaganda de la URSS, dispuesta a convencer a los países del Tercer Mundo, con éxito en muchos casos, que Moscú ofrecía una alternativa de colaboración más civilizada que esos bárbaros que perseguían a sus minorías raciales. Era una forma de llevar el ‘y tú más’ a las relaciones internacionales.

La extensión de la descolonización de África ofrecía un campo de batalla propagandístico al que ningún bando podía renunciar en la Guerra Fría. Porque además no era sólo una cuestión de imagen.

Los grupos de derechos civiles eran muy conscientes del valor de ese debate internacional ya desde la década de los años 40, muy poco después de la formación de la ONU y la aprobación de su Declaración Universal de Derechos Humanos. En 1947 enviaron al secretario general de la ONU con vistas a que fuera discutida en la comisión correspondiente la “petición a Naciones Unidas en nombre de 13 millones de ciudadanos negros oprimidos de Estados Unidos”. Su lenguaje estaba pensado para impresionar a aquellos que recordaban lo que había ocurrido antes de 1945:

“Es con auténtica ira y disgusto que el pueblo negro, como otros amantes de la libertad, comprueba la hipocresía de los alegatos de nuestro Gobierno en favor de la “libertad y democracia” por todo el mundo. Estamos enfurecidos por saber que nuestro secretario de Estado, James Byrnes, de Carolina del Sur, apoya las mismas políticas de opresión antinegra del fallecido Adolf Hitler, como también lo hace el actual senador de Mississippi Theodore Bilbo”.
La presión norteamericana impidió que la iniciativa prosperara, lo que no quiere decir que pasara desapercibida. Recibió apoyos de dirigentes africanos como Jomo Kenyatta, Kwame Nkrumah y Nnamdi Azikiwe, que más tarde se convirtieron en los presidentes de Kenia, Ghana y Nigeria. Una nueva generación de líderes africanos tenían ya la vista puesta en sus hermanos de raza de EEUU.

Una petición similar llegó a la ONU en 1951, llamada “We Charge Genocide”. Sabiendo que se dirigía a una audiencia interesada, recordaba que “la historia demuestra que la teoría racista de gobierno en EEUU no es un asunto interno de los norteamericanos, sino una preocupación de toda la humanidad”.



racismo
Tampoco en esta ocasión el documento fue discutido oficialmente en una institución de la ONU, pero tuvo un amplio eco por todo el mundo hasta el punto de que en un viaje a la India del historiador de raza negra Jay Saunders Redding en 1952, patrocinado por el Departamento de Estado, los asistentes a una conferencia citaron el documento y le hicieron preguntas como: “¿Tienen prohibida los negros la educación pública en América?”. “¿Por qué no hay personas de color en altos cargos?”. “¿Es verdad que un negro en América puede ser linchado por mirar a una mujer blanca?”.

Los políticos del sur podían responder con la denuncia de una conspiración internacional dirigida por los soviéticos y afirmar que en el sur reinaba la “armonía racial”. En Washington no compartían ese perverso realismo mágico.

Ya en 1948 un dirigente de la NAACP Philip Randolph había advertido a los senadores en una comparecencia que “la segregación en las Fuerzas Armadas y en otras situaciones de nuestras vidas es el mayor golpe de propaganda y arma política en manos de Rusia y del comunismo internacional”.

Truman acabó con la segregación entre los militares en julio de 1948, en buena parte porque este tipo de avisos surtieron efecto. Lo hizo a golpe de decreto, lo que no quiere decir que en el mundo real de los cuarteles el racismo hubiera tocado a su fin. Generales como Douglas MacArthur se ocuparon de ello.

Algunos políticos conservadores eran muy conscientes de la pérdida de legitimidad internacional que el problema suponía para sus objetivos de política exterior. Un reaccionario como Dean Acheson, por entonces subsecretario de Estado, años después jefe de la diplomacia, lo tenía muy claro en 1946: “La existencia de la discriminación contra minorías en este país tiene un efecto adverso en nuestras relaciones con otros países”.

Otros halcones, ya en la Administración de Eisenhower, llegaron a la misma conclusión. John Foster Dulles, secretario de Estado, afirmó que la discriminación racial y su efecto en el exterior estaban “arruinando nuestra política exterior”, con unas consecuencias en Asia y África “peores para nosotros que lo que fue Hungría para los rusos”. El senador republicano Henry Cabot Lodge lo resumió en pocas palabras: el racismo era el “talón de Aquiles diplomático” de EEUU.

En la guerra de Corea, los soviéticos tenían el campo libre para cuestionar intenciones e ideales norteamericanos. No andaban muy equivocados cuando informaban en sus periódicos que los soldados negros que arriesgaban sus vidas defendiendo a su país no podían aspirar a que se respetaran sus derechos políticos cuando volvieran a casa. Como si alguien en EEUU hubiera querido confirmar punto por punto estos argumentos, se produjeron en 1951 en Cicero, Illinois, disturbios racistas cuando una turba de 4.000 personas atacó una vivienda sólo porque una familia negra se había trasladado a vivir a una zona habitada sólo por blancos. 60 policías estaban presentes y no movieron un dedo.

No había que ser secretario de Estado para conocer las repercusiones que tendrían esos actos en tiempo de guerra. En una carta al director, un lector de The New York Times escribió que los autores de los disturbios se merecían la la Orden de Lenin por el daño que habían causado a su país.

Mucho antes de Twitter, los hashtags y las cadenas de noticias, la gente ya sabía que la audiencia potencial de estas injusticias no se limitaba a la población de EEUU. “Cada incidente de violencia racial, el cierre de escuelas, la segregación y otros tipos de discriminación contra la gente de color, aparece en titulares de prensa de todo el mundo. ¿Cómo pueden esos países, especialmente los que tienen una alta población de color, dar crédito a nuestros ideales de democracia y libertad cuando leen esos titulares?”, dijo en la Cámara el congresista William Dawson, de Illinois, en 1959.

Lo que sí es seguro es que no encontraremos referencias al tratamiento de la población negra en el sistema penal norteamericano en el tradicional informe sobre derechos humanos del Departamento de Estado.





Documental propagandístico soviético de 1933.

GoPro venderá drones em 2015, diz WSJ

GoPro venderá drones em 2015, diz WSJ:

GoPro drone

Depois da notícia de que a GoPro será fabricada também no Brasil, outra novidade deve movimentar o mercado da tecnologia. A empresa agora promete investir na produção de drones para o próximo ano.

Segundo informações do Wall Street Journal, o valor dos drones deve ficar entre US$ 500 e US$ 1.000, e irão funcionar com a mesma tecnologia da GoPro Hero. Fontes familiarizadas com o assunto afirmam que algumas empresas fabricantes de drones, como a 3D Robotics, já equipam os pequenos aviões com a máquina de fazer fotos e filmes.

Muito usada por esportistas, a GoPro é bastante conhecida por fazer aparelhos fotográficos mais compactos que também gravam vídeos em alta definição. Além disso, os dispositivos da fabricante fazem sucesso por serem resistentes à água.

Com a produção das câmeras aqui no Brasil, o custo dos aparelhos deve cair cerca de 30%, baixando de R$ 2,400 para R$ 1,700. O que todos esperam agora é que os drones também sejam fabricados localmente para tornar sua comercialização mais acessível para um número maior de usuários.

UNESCO apoia experiências de educação preventiva ao uso de drogas no Brasil

UNESCO apoia experiências de educação preventiva ao uso de drogas no Brasil:

Desigualdade social, má distribuição de renda e dificuldade de acesso a recursos culturais e educacionais está estreitamente relacionado às drogas e à violência no Brasil. Foto: EBC.
Desigualdade social, má distribuição de renda e dificuldade de acesso a recursos culturais e educacionais está estreitamente relacionado às drogas e à violência no Brasil. Foto: EBC.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil publicou um estudo sobre experiências realizadas no país a favor da educação preventiva ao uso de drogas. O objetivo é identificar instituições que vêm atuando na redução de danos individuais e sociais ligados às drogas, estimulando a construção de uma rede de parceiros que promova a sustentabilidade dessas ações educativas em âmbito nacional.

As consequências do uso de drogas podem afetar negativamente a saúde pública, a inclusão social, os direitos humanos e a educação formal – uma vez que podem agravar o abandono, o baixo desempenho e a violência escolar. Nesse sentido, iniciativas que trabalham a favor da educação transformadora sobre o uso das drogas já têm se provado exitosas para a melhora da qualidade de vida de muitas pessoas.

A publicação da UNESCO compartilha a sua experiência de colaboração com projetos que visam a atender grupos desfavorecidos da população brasileira e, em especial, aqueles afetados pelo uso de drogas. Os projetos da Lua Nova, da Reciclázaro, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) podem ser destacados por seu trabalho nesse sentido, seja atuando em contato direto com os usuários, seja instruindo educadores a adotar posturas preventivas e transformadoras para lidar com essas práticas no cotidiano.

A agência ainda ressalta que a desigualdade social, a má distribuição de renda e a dificuldade de acesso a recursos culturais e educacionais que afetam as camadas mais vulneráveis da população brasileira está estreitamente relacionada às temáticas das drogas e da violência no país. Por isso, é necessário associar os problemas enfrentados pelos usuários de drogas aos direitos humanos – como o acesso à saúde, à educação e à informação.

Pai de santo que baixa séries é o mais procurado em terreiro

Pai de santo que baixa séries é o mais procurado em terreiro:

Josivaldo Pereira era só mais um pai de santo comum há um ano. Mas uma habilidade do outro mundo fez com que ele disparasse na preferência dos frequentadores do centro. Josivaldo é um pai de santo que baixa séries. Ele recebe os espíritos dos personagens e diz as falas uma a uma. Nem sempre a manifestação é bem vinda porque muitas vezes Josivaldo comete alguns spoilers.


Mas a grande habilidade dele está em antecipar o que vem por aí. Quer saber o que vai acontecer com o anão de Game of Thrones? Josivaldo encena para você com direito a vozes perfeitas e efeitos especiais. O pai de santo já sabe também tudo o que vai rolar em Mad Men e em outras séries mais badaladas.


Josivaldo, porém, já foi acusado de charlatanismo. Ele começou a carreira prometendo trazer a série cancelada em 3 dias. Nunca conseguiu.


L. Lanna e Otileno Junior


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