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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

BLOG DO ARRETADINHO: Criatura pré-histórica capturada em Austrália

BLOG DO ARRETADINHO: Criatura pré-histórica capturada em Austrália: Uma criatura pré-histórica com rosto de uma enguia e corpo de um tubarão chocou pescadores do Sudeste Victoria em Austrália.  David ...

Brasil! Brasil!: Charge do Bessinha

Brasil! Brasil!: Charge do Bessinha

CRÔNICAS DO MOTTA: A locomotiva da nação saiu dos trilhos

CRÔNICAS DO MOTTA: A locomotiva da nação saiu dos trilhos: Daqui em diante os jornalões, que há um ano tratam a tragédia hídrica paulistana com um desdém quase absoluto, não poderão mais fingir q...

sábado, 24 de janeiro de 2015

20 fotos inacreditáveis da construção de Brasília

20 fotos inacreditáveis da construção de Brasília:

Em 1956, o presidente Juscelino Kubitschek começou a construir Brasília, a nova capital federal do Brasil.

1. Nem todos eram a favor.





2. Afinal, parecia impossível criar uma cidade no meio desse terrão em quatro anos.





3. Mas nós somos brasileiros e não desistimos nunca.





4. Com o fluxo de trabalhadores atraídos para a construção da capital, era preciso arrumar casas, bares e mercados para quem efetivamente foi botar a mão na massa…





5. O que foi logo providenciado.





6. E com muito humor.





7. O pessoal estava incumbido de erguer prédios que virariam símbolos do Brasil.





8. Como este:





9. Agora por outro ângulo — incluindo na foto as pessoas que efetivamente ergueram as mangas e botaram tijolo por tijolo lá no Palácio da Alvorada.





10. O trabalho era duro.





11. Em 1956, o primeiro grupo de trabalhadores migrantes contava 256 candangos — como ficaram conhecidos mais tarde.





12. Em 1957, já eram 2500 trabalhadores, segundo o censo experimental realizado no futuro Distrito Federal pelo IBGE.





13. Em março de 1958, são 21 mil candangos nos canteiros de obra — que eram basicamente a cidade toda.





14. Pausa para um descanso pois ninguém é de ferro.





15. A coisa toda foi tomando forma.





16. E a população do Distrito Federal chegou a 64 mil pessoas, segundo o mesmo censo.





17. A proporção era de 192 homens para cada 100 mulheres.





18. A maioria vivia em acampamentos, em barracões improvisados que seriam derrubados após o término das obras.





19. No final, segundo o censo, 7.361 pessoas já eram nascidas na futura capital.





20. E Brasília virou a capital do Brasil. Obrigada, pessoal!







Clarissa Passos

No BuzzFeed


Rico ri à toa da sede do pobre

Rico ri à toa da sede do pobre:



doutor rizadinha






Este cara era um médico parteiro. Era. Trabalhava de dia, estudava de noite. Até aí tudo bonitinho. Exemplar.

De repente começa a carreira de governador. Deixa de ser médico, e passa a ficar milionário. Doutor em privatização, e construtor de metrô super, super faturado.

Isso, sim, é emprego bom.

Tem que ri à toa. Coisa de rico. Que pobre, em São Paulo, nem água tem na torneira.







água sao paulo






ivan valente história água







Original enclosures:
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domingo, 18 de janeiro de 2015

O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão

O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão:



Nos bons tempos
O reporter Renan Antunes de Oliveira entrevistou Marco Archer em 2005, numa prisão na Indonésia. Abaixo, seu relato:


O carioca Marco Archer Cardoso Moreira viveu 17 anos em Ipanema, 25 traficando drogas pelo mundo e 11 em cadeias da Indonésia, até morrer fuzilado, aos 53, neste sábado (17), por sentença da Justiça deste país muçulmano.


Durante quatro dias de entrevista em Tangerang, em 2005, ele se abriu para mim: “Sou traficante, traficante e traficante, só traficante”.


Demonstrou até uma pontinha de orgulho: “Nunca tive um emprego diferente na vida”. Contou que tomou “todo tipo de droga que existe”.


Naquela hora estava desafiante, parecia acreditar que conseguiria reverter a sentença de morte.


Marco sabia as regras do país quando foi preso no aeroporto da capital Jakarta, em 2003, com 13,4 quilos de cocaína escondidos dentro dos tubos de sua asa delta. Ele morou na ilha indonésia de Bali por 15 anos, falava bem a língua bahasa e sentiu que a parada seria dura.


Tanto sabia que fugiu do flagrante. Mas, acabou recapturado 15 dias depois, quando tentava escapar para o Timor do Leste. Foi processado, condenado, se disse arrependido. Pediu clemência através de Lula, Dilma, Anistia Internacional e até do papa Francisco, sem sucesso. O fuzilamento como punição para crimes é apoiado por quase 70% do povão de lá.


Na mídia brasileira, Marco foi alternadamente apresentado como “um garoto carioca” (apesar dos 42 anos no momento da prisão), ou “instrutor de asa delta”, neste caso um hobby transformado na profissão que ele nunca exerceu.


Para Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, o outro brasileiro condenado por tráfico, que espera fuzilamento para fevereiro, companheiro de cela dele em Tangerang, “Marco teve uma vida que merece ser filmada”.


Rodrigo até ofereceu um roteiro sobre o amigo à cineasta curitibana Laurinha Dalcanale, exaltando: “Ele fez coisas extraordinárias, incríveis”.


O repórter pediu um exemplo: “Ué, viajou pelo mundo todo, teve um monte de mulheres, foi nos lugares mais finos, comeu nos melhores restaurantes, tudo só no glamour, nunca usou uma arma, o cara é demais”.


Para amigos em liberdade, que trabalharam para soltá-lo, o que aconteceu teria sido “apenas um erro”, do qual ele estaria arrependido.


Na versão mais nobre, seria a tentativa desesperada de obter dinheiro para pagar uma conta de hospital pendurada em Cingapura — Marco estaria preocupado em não deixar o nome sujo naquele país.


Com esta ficha corrida, a campanha pela sua liberdade nunca decolou das redes sociais. A mãe dele, dona Carolina, conseguiu o apoio inicial de Fernando Gabeira, na Câmara Federal, com voto contra de Jair Bolsonaro.


O Itamaraty e a presidência se mexeram cada vez que alguma câmera de TV foi ligada, mesmo sabendo da inutilidade do esforço.


Mesmo desafiador, ele deixou transparecer que tudo seria inútil, porque falava sempre no passado, em tom resignado: “Não posso me queixar da vida que levei”.


Marco me contou que começou no tráfico ainda na adolescência, diretamente com os cartéis colombianos, levando coca de Medellín para o Rio de Janeiro. Adulto, era um dos capos de Bali.


O homem preso por narcotráfico passou a maior parte da entrevista chapado, o consumo de drogas em Tangerang era uma banalidade.


Pirado, Marco fazia planos mirabolantes — como encomendar de um amigo carioca uma nova asa, para quando saísse da cadeia.


Nos momentos de consciência, mostrava que estava focado na grande batalha: “Vou fazer de tudo para sair vivo desta”.


Marco era um traficante tarimbado: “Nunca fiz nada na vida, exceto viver do tráfico”. Gabava-se de não ter servido ao Exército, nem pagar imposto de renda. Nunca teve talão de cheques e ironizava da única vez numa urna: “Minha mãe me pediu para votar no Fernando Collor”.


A cocaína que ele levava na asa tinha sido comprada em Iquitos, no Peru, por 8 mil dólares o quilo, bancada por um traficante norte-americano, com quem dividiria os lucros se a operação tivesse dado certo: a cotação da época da mercadoria em Bali era de 3,5 milhões de dólares.


Marco me contou, às gargalhadas, sua “épica jornada” com a asa cheia de drogas pelos rios da Amazônia, misturado com inocentes turistas americanos. “Nenhum suspeitou”. Enfim chegou a Manaus, de onde embarcou para Jakarta: “Sair do Brasil foi moleza, nossa fiscalização era uma piada”.


Na chegada, com certeza ele viu no aeroporto indonésio um enorme cartaz avisando: “Hukuman berta bagi pembana narkotik’’, a política nacional de punir severamente o narcotráfico.


“Ora, em todo lugar do mundo existem leis para serem quebradas”, me disse, mostrando sua peculiar maneira de ver as coisas: “Se eu fosse respeitar leis nunca teria vivido o que vivi”.


Ele desafiou o repórter: “Você não faria a mesma coisa pelos 3,5 milhões de dólares”?


Para ele, o dinheiro valia o risco: “A venda em Bali iria me deixar bem de vida para sempre” — na ocasião, ele não falou em contas hospitalares penduradas.


Marco parecia exagerar no número de vezes que cruzou fronteiras pelo mundo como mula de drogas: “Fiz mais de mil gols”. Com o dinheiro fácil manteve apartamentos em Bali, Hawai e Holanda, sempre abertos aos amigos: “Nunca me perguntaram de onde vinha o dinheiro pras nossas baladas”.


Marco guardava na cadeia uma pasta preta com fotos de lindas mulheres, carrões e dos apartamentos luxuosos, que seriam aqueles onde ele supostamente teria vivido no auge da carreira de traficante.


Num de seus rolés pelo mundo ele fez um cursinho de chef na Suiça, o que foi de utilidade em Tangerang. Às vezes, cozinhava para o comandante da cadeia, em troca de regalias.


Eu o vi servindo salmão, arroz à piemontesa e leite achocolatado com castanhas para sobremesa. O fornecedor dos alimentos era Dênis, um ex-preso tornado amigão, que trazia os suprimentos fresquinhos do supermercado Hypermart.


Marco queria contar como era esta vida “fantástica” e se preparou para botar um diário na internet. Queria contratar um videomaker para acompanhar seus dias. Negociava exclusividade na cobertura jornalística, queria escrever um livro com sua experiência — o que mais tarde aconteceu, pela pena de um jornalista de São Paulo. Um amigo prepara um documentário em vídeo para eternizá-lo.


Diplomatas se mexeram nos bastidores para tentar comprar uma saída honrosa para Marco. Usaram desde a ajuda brasileira às vítimas do tsunami até oferta de incremento no comércio, sem sucesso. Os indonésios fecharam o balcão de negócios.


O assessor internacional de Dilma, Marco Aurélio Garcia, disse que o fuzilamento deixa “uma sombra” nas relações bilaterais, mas na lateral deles o pessoal não tá nem aí.


A mãe dele, dona Carolina, funcionária pública estadual no Rio, mexeu os pauzinhos enquanto deu para livrar o ‘garotão’ da enrascada, até morrer de câncer, em 2008.


As visitas dela em Tangerang eram uma festa para o staff da prisão, pra quem dava dinheiro e presentes, na tentativa de aliviar a barra para o filhão.


Com este empurrão da mamãe Marco reinou em Tangerang, nos primeiros anos — até ser transferido para outras cadeias, à espera da execução.


Eu o vi sendo atendido por presos pobres que lhe serviam de garçons, pedicures, faxineiros. Sua cela tinha TV, vídeo, som, ventilador, bonsais e, melhor ainda, portas abertas para um jardim onde ele mantinha peixes num laguinho. Quando ia lá, dona Carola dormia na cama do filho.


Marco bebia cerveja geladinha fornecida por chefões locais que estavam noutro pavilhão. Namorava uma bonita presa conhecida por Dragão de Komodo. Como ela vinha da ala feminina, os dois usavam a sala do comandante para se encontrar.


A namorada
A namorada
A malandragem carioca ajudou enquanto ele teve dinheiro. Ele fazia sua parte esbanjando bom humor. Por todos os relatos de diplomatas, familiares e jornalistas que o viram na cadeia de tempos em tempos, Marco, apelidado Curumim em Ipanema, sempre se mostrou para cima. E mantinha a forma malhando muito.


Para ele, a balada era permanente. Nos últimos anos teve várias mordomias, como celular e até acesso à internet, onde postou algumas cenas.


Um clip dele circulou nos últimos dias — sempre sereno, dizendo-se arrependido, pedindo a segunda chance: “Acho que não mereço ser fuzilado”.


Marco chegou ao último dia de vida com boa aparência, pelo menos conforme as imagens exibidas no Jornal Hoje, da Globo. (assista abaixo)


Numa gravação por telefone, ele ainda dava conselhos aos mais jovens, avisando que drogas só podem levar à morte ou à prisão.


Sua voz estava firme, parecia esperar um milagre, mesmo faltando apenas 120 minutos pra enfrentar o pelotão de fuzilamento — a se confirmar, deixou esta vida com o bom humor intacto, resignado.


Sabe-se que ele pediu uma garrafa de uísque Chivas Regal na última refeição e que uma tia teria lhe levado um pote de doce-de-leite.


O arrependimento manifestado nas últimas horas pode ser o reflexo de 11 anos encarcerado, afinal, as pessoas mudam.


Para mim, o homem só disse que estava arrependido de uma única coisa: de ter embalado mal a droga, permitindo a descoberta pela polícia no aeroporto.


“Tava tudo pronto pra ser a viagem da minha vida”, começou, ao relatar seu infortúnio.


Foi assim: no desembarque em Jakarta, meteu o equipamento no raio x. A asa dele tinha cinco tubos, três de alumínio e dois de carbono. Este é mais rijo e impermeável aos raios: “Meu mundo caiu por causa de um guardinha desgraçado”, reclamou.


“O cara perguntou ‘por que a foto do tubo saía preta’? Eu respondi que era da natureza do carbono. Aí ele puxou um canivete, bateu no alumínio, fez tim tim, bateu no carbono, fez tom tom”.


O som revelou que o tubo estava carregado, encerrando a bem-sucedida carreira de 25 anos no narcotráfico.


Marco ainda conseguiu dar um frible nos guardas. Enquanto eles buscavam as ferramentas, ele se esgueirou para fora do aeroporto, pegou um prosaico táxi e sumiu. Depois de 15 dias pulando de ilha em ilha no arquipélago indonésio passou sua última noite em liberdade num barraco de pescador, em Lombok, a poucas braçadas de mar da liberdade.


Acordou cercado por vários policiais, de armas apontadas. Suplicou em bahasa, tiveram misericórdia dele.


No sábado, enfrentou pela última vez a mesma polícia, mas desta vez o pessoal estava cumprindo ordens de atirar para matar.


Foi o fim do Curumim.


No DCM






Veja: promessa e realidade

Veja: promessa e realidade:



https://www.facebook.com/NetoSampaio.Opig?fref=photo

11 O'Clock Number: Frank Sinatra - NEW YORK, NEW YORK

11 O'Clock Number: Frank Sinatra - NEW YORK, NEW YORK:



Frank-Sinatra


Frank dazzles at a later-in-life concert in Italy...

Extremistas muçulmanos atiram gays de prédio no Iraque

Extremistas muçulmanos atiram gays de prédio no Iraque:

Tradução e adaptação: Sergio Viula para o Blog Fora do Armário

Dois homens homossexuais acusados de terem mantido relações sexuais são lançados de um prédio na terceira maior cidade do Iraque, Mosul, pelo grupo terrorista ISIS. Um homem foi lançado de por vez, vendado, depois que seu "crime" - serem homossexuais - foi anunciado por um microfone diante de uma multidão que se reuniu em frente ao prédio para assistir esse espetáculo de horror e barbárie.

A notícias e as fotos foram publicadas no Mail online.




Um dos homens e posicionado na beira do telhado do prédio para ser lançado de encontro à morte no solo.



Uma multidão se aglomerou diante do prédio.



Uma multidão assiste enquanto ele cai sem a menor possibilidade de escapar.



O segundo homem é posicionado logo em seguida e é lançado também.



Os dois corpos jazem sem vida lado a lado depois do impacto contra o solo.



De acordo com o jornal, a cidade de Mosul está sobre o controle do grupo extremista ISIS. O jornal destaca que desde 1988, os países que tinham abolido a pena de morte triplicaram de 35 para 100. Somente 39 das 198 nações do mundo executaram alguém nos últimos dez anos.


Também tem acontecido um declínio contínuo do uso da pena de morte na maioria dos países que ainda mantém leis assim. As 35 execuções nos EUA no ano passado foram as menos numerosas em 20 anos. Cingapura, Vietnã e Malásia também tem seguido essa tendência. A China ainda o país que mais aplica a pena de morte no mundo, apesar de especialistas locais acreditarem que esse número tem caído. O governo chinês mantém os números como segredo de Estado.


A exceção que preocupa é o mundo muçulmano, onde muitos países continuam a impor a pena de morte por "ofensa" que na maioria das jurisdições jamais seriam consideradas crimes - tais como a homossexualidade e o adultério.


Como é que alguém pode ser condescendente com tais barbaridades, seja qual for a tentativa de justificativa? Adolescentes e jovens são os mais vulneráveis, mas adultos também morrem. O governo do Irã (não um grupo extremista invasor como o ISIS) tem condenado por diversas vezes homens à forca por serem simplesmente gays.


A homofobia é uma das maiores violações aos direitos fundamentais do ser humano. E quando estimulada pelo fanatismo religioso, seja qual for a crença ou denominação, pode ganhar proporções endêmicas. Isso, sim, deveria ser reprovado e combatido seriamente. Xingar a mãe, Francisquinho, é fichinha perto disso.



Não entendeu a referência a Francisquinho e sua mãe, assista isso.


Uma prece… de Clarice Lispector

Uma prece… de Clarice Lispector:



fev4


“… alivia a minha alma, faze com que eu sinta que Tua mão está dada à minha,  faze com que eu sinta que a morte não existe porque na verdade já estamos na eternidade, faze com que eu sinta que amar é não morrer, que a entrega de si mesmo não significa a morte, faze com que eu sinta uma alegria modesta e diária, faze com que eu não Te indague demais, porque a resposta seria tão misteriosa quanto a pergunta, faze com que me lembre de que também não há explicação porque um filho quer o beijo de sua mãe e  no entanto ele quer e no entanto o beijo é perfeito, faze com que eu receba o mundo sem receio, pois para esse mundo incompreensível eu fui criada e eu mesma também incompreensível, então é que há uma conexão entre esse mistério do mundo e o nosso, mas essa conexão não é clara para nós enquanto quisermos entendê-la, abençoa-me para que eu viva com alegria o pão que eu como, o sono que durmo, faze com que eu tenha caridade por mim mesma pois senão não poderei sentir que Deus me amou, faze com que eu perca o pudor de desejar que na hora de minha morte haja uma mão humana amada para apertar a minha, amém.

[Clarice Lispector em “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres”, Editora Rocco, página 56]

via site do Ricardo Gondim


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Foto(s) do dia

Foto(s) do dia:   A Day’s Work Photograph by Hemad Nazari, National Geographic Your Shot A shepherd carries heavy luggage on a snowy mountain in northern Iran. According to Your Shot member Hemad Nazari, shepherds must walk 12 miles a day when moving their flocks of sheep from the high mountains to the valley. Nazari’s picture recently appeared […]


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Je suis Charlie

Je suis Charlie:



Je suis Charlie.


Je suis Charlie.





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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

domingo, 11 de janeiro de 2015

Maradona y Silvio Rodríguez, juntos en La Habana

Maradona y Silvio Rodríguez, juntos en La Habana:

Diego Armando Maradona asistió este viernes en La Habana a un concierto del cantautor cubano Silvio Rodríguez en su primera presentación de 2015 en la “Gira por los barrios”.

Diego Armando Maradona asistió este viernes en La Habana a un concierto del cantautor cubano Silvio Rodríguez en su primera presentación de 2015 en la “Gira por los barrios”, un proyecto artístico que inició hace cuatro años.

Maradona estaba en primera fila del concierto de Silvio Rodríguez en el barrio “Zamora” del municipio habanero Marianao, acompañado de su novia Rocío Oliva y del periodista uruguayo Víctor Hugo Morales, con quien conduce el programa deportivo “De Zurda” para la cadena multiestatal “Telesur”, con sede en Venezuela.

Al final del concierto, Diego mantuvo un encuentro con el cantautor cubano durante el cual charlaron, se fotografiaron y el mejor futbolista de todos los tiempos le regaló al autor de “Ojalá” una camiseta con la inscripción “De Zurda”.

Maradona llegó el pasado lunes 5 a Cuba con un equipo de “Telesur” para grabar los dos primeros programas de la nueva temporada del espacio televisivo, trasmitidos este fin de semana.

La primera etapa del programa “De Zurda”, conducida por el astro del fútbol argentino junto al periodista Morales, fue emitida entre junio y julio pasado durante el Mundial de Brasil-2014 con la participación de invitados del deporte, la cultura y la política, como el presidente ecuatoriano Rafael Correa, y figuras del fútbol como el brasileño Roberto Carlos, el colombiano Carlos Valderrama, el italiano Alessandro del Piero y el mexicano Hugo Sánchez.

Maradona, que horas atrás había disfrutado de un espectáculo en Tropicana, donde fue invitado especialmente por Raúl Castro, también mantuvo un encuentro con Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, René González y Fernando González, conocidos en la isla como "los cinco", y quienes fueron liberados a mediados de diciembre cuando Cuba y Estados Unidos decidieron realizar un canje de prisioneros: Cuba liberó al espía Alan Gross y EE.UU. a los héroes antiterroristas cubanos presos en cárceles norteamericanas.













Maradona y Víctor Hugo le pegaron “De Zurda” en La Habana


El mejor futbolista de todos los tiempos, Diego Armando Maradona y el periodista Víctor Hugo Morales iniciaron este sábado la segunda temporada del programa “De Zurda” por TeleSur, con un homenaje al Comandante en Jefe Fidel Castro y a los médicos cubanos que luchan contra el ébola en África.

Diego definió a Fidel como el líder “más grande de la historia”. El programa repasó faceta deportiva de Fidel Castro en su juventud, quien practicó béisbol, baloncesto, atletismo y también fútbol.

Maradona reconoció la valentía de los cubanos y aseguró que admira los logros del líder de la Revolución cubana y que tiene la dicha de llamarle amigo, además de estarle agradecido en el plano personal.

En materia futbolística, Maradona consideró que en 2014 el mejor jugador de América Latina ha sido el colombiano James Rodríguez, quien actualmente milita en las filas del club español Real Madrid. También elogió el trabajo desempeñado el pasado año por el entrenador español Pep Guardiola al frente de Bayern de Múnich: “Me gustó lo que está haciendo Guardiola con los alemanes”, comentó.

Este sábado el emblemático programa tuvo como invitados a Matías Jesús Almeyda y Sebastián “El Loco” Abreu. También, al saltador de altura cubano Javier Sotomayor, el equipo cubano de Fútbol y la popular orquesta Charanga Habanera, entre otros.

Maradona, arribó este lunes a La Habana para grabar la segunda temporada del programa “De Zurda”, que esta vez estará orientado hacia la Copa América que se jugará en Chile en junio de este año. La primera temporada se estrenó en el Mundial Brasil 2014.

“Vengo a hacer dos programas con el periodista Víctor Hugo Morales para Telesur, en los que vamos a analizar el fútbol del mundo”, dijo Maradona al llegar al terminal José Martí de La Habana.

Este domingo, en su segundo programa desde La Habana, “De Zurda” presentará un programa especial con los Cinco héroes antiterroristas cubanos que estuvieron presos en cárceles norteamericanas.









Fuentes: Granma/EFE/DiarioPopular/TeleSUR/Cubadebate
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