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sábado, 2 de junho de 2018

Intervenção militar pra que(m)? Um olhar da destituição à Constituição

Intervenção militar pra que(m)? Um olhar da destituição à Constituição: Chega a ser constrangedor como nos últimos tempos as reivindicações por “intervenção militar” têm ganhado espaço no Brasil e, por último, durante a paralisação dos caminhoneiros. Faixas, pichações, discursos e movimentos na frente dos quartéis... Ora, será que cansamos da trajetória de construção...


La scalata di Rocco Casalino, dalla tv a Palazzo Chigi

La scalata di Rocco Casalino, dalla tv a Palazzo Chigi:



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È diventato uno degli uomini chiave del Movimento 5 stelle e pare che senza il suo consenso nulla si muova sotto il cielo della politica grillina. "Senti Rocco", "Parla con Rocco", "Hai già sentito Rocco?", sono i messaggi preimpostati sui telefoni degli eletti che rispondono alle richieste dei giornali. Rocco Casalino sarà il portavoce della presidenza del Consiglio, un'ascesa notevole, da spin doctor a Palazzo Chigi, passando tra momenti difficili e successi personali.

In politica con un videomessaggio

L’uomo ombra del Movimento, racconta oggi il Corriere della Sera, è sempre stato sotto assedio: polemiche per alcune liti in tv, per il suo curriculum, per il suo ruolo nel Movimento. Eppure la sua è una storia strana, fatta di saliscendi, molto diversa da quella che può sembrare. Si racconta che per arrivare ai vertice del Movimento sia bastato un video messaggio caricato su Youtube e diretto a Grillo e Casaleggio:

“Sono Rocco Casalino, ingegnere elettronico e giornalista professionista. Vi chiedo di giudicarmi per quello che sono e di evitare i pregiudizi che mi accompagnano da molto tempo”. 
Dopo quel messaggio venne crocifisso dalla Rete, ma evidentemente, qualche volta, anche i Cinque Stelle non danno troppo retta al web. Era il 2012 e Gianroberto Casaleggio lo scelse.

Grande Fratello e ospitate tv

A leggere la sua biografia sembra che abbia vissuto più vite: "un’infanzia sfortunata in Germania, l’adolescenza in Puglia, poi la laurea in ingegneria e la notorietà col Grande Fratello", continua il Corriere, e poi le ospitate in tv nei salotti di trasmissioni e talk show di intrattenimento. Col suo passato tra scuderia di Lele Mora e discussioni in tv, notorietà e oblio, nessuno avrebbe mai immaginato di vederlo in un ruolo di rilievo finita l’esperienza del reality più famoso della tv italiana. Conduce per quattro anni su TeleLombardia il programma mattutino di informazione, attualità. Grazie a Lamberto Sposini lavora come inviato per Telenorba,

Alla fine, finisce nel Movimento. I Cinque stelle sono la sua seconda incarnazione, ma la televisione è da sempre il suo specchio. Vuole candidarsi in Lombardia alle regionali, ma decide di fare un passo indietro.

Entra nella Comunicazione del Movimento, voluto da Casaleggio. Poco per volta sale le gerarchie. Se c’è da alzare la voce non si tira indietro e a volte lo fa esagerando, com’è successo con la conduttrice Daria Bignardi. Persino il premier Letta lo rimprovera. "Sono un attivista e un professionista, ma prima di tutto attivista. Se c'è da lottare, lotto", ribatte. Resta il fatto i suoi li ha convinti tutti.

L'uomo immagine del Movimento

I Cinque stelle entrano fisicamente nella mitica “stanza dei bottoni” (come la chiamò Pietro Nenni quando vi entrò nel 1964 come vicepresidente del consiglio del governo Moro) e Casalino si avvia ad essere l’uomo-immagine del premier sconosciuto.

Oggi, anche i nemici gli riconoscono un pregio: al contrario di quelli che fanno i deboli coi forti e i forti coi deboli, più è alto l’interlocutore, più Casalino si sente pronto a un braccio di ferro. In tanti, da questo punto di vista, hanno notato una clamorosa somiglianza tra lui e Renzi.

Il modo di entrare a Palazzo Chigi, nonostante le macroscopiche differenze del caso, è stato più o meno lo stesso. Sul modo di uscirne, dirà la storia.

Gilmar sequestrou Paulo Preto!

Gilmar sequestrou Paulo Preto!:

Paulo Preto sabe demais, o  Gilmar  éstar mais enrolado do que bola de cordao, é natural que o Gilmar  sempre tire  o Paulo Preto que nao pode  de jeito nenhum ficar preso, delatar, denunciar, as armaçoes  de gente  como Alckmin, Serra, Fhc, Aloysio Nunes. É evidente que  Gilmar  queira Paulo Preto debaixo de suas asas;.









Gilmar sequestrou Paulo Preto!

Delatar o Serra? Nem pensar!​
publicado 01/06/2018
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A propósito do trepidante tema quem é o mais nefando escarnecedor - Gilmar ou Fernando Henrique? - ouça o podcast.
Sobre o empresário Gilmar propriamente dito, responsável pelo escárnio de soltar o Paulo Preto menos de 24 horas depois de preso pela segunda vez, cabe essa devastadora revelação de José Marques na Fel-lha:

Gilmar indicou não ser responsável por caso Paulo Preto no STF



Vinte dias antes de conceder o habeas corpus que livrou o engenheiro Paulo Vieira de Souza da prisão pela primeira vez, o ministro Gilmar Mendes sugeriu que não era, necessariamente, o responsável pelo caso no STF (Supremo Tribunal Federal).



A avaliação foi feita quando o ministro negou um dos recursos da defesa de Souza, mais conhecido como Paulo Preto. Ex-diretor da Dersa (estatal paulista de transportes), ele é apontado como operador de propinas do PSDB paulista.



Apesar da negativa inicial, em recurso seguinte, o pedido de habeas corpus, o ministro soltou Paulo Preto sem voltar a tocar no assunto da responsabilidade pelo processo.



Isso tudo aconteceu entre abril e o início de maio, antes de Paulo Preto ser novamente preso na última quarta-feira (30). Horas depois, ele foi solto mais uma vez por decisão de Gilmar Mendes.



Essa primeira prisão preventiva de Souza na Lava Jato aconteceu no dia 6 de abril, por, segundo o Ministério Público Federal, ele ter ameaçado uma ré colaboradora.



Souza havia sido denunciado sob suspeita de R$ 7,7 milhões nas obras do Rodoanel pela Procuradoria, que teriam de ser destinados ao realojamento de moradores da região das obras viárias.



No Supremo, ele é investigado em outro inquérito relacionado ao senador e ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB). A investigação foi aberta após as delações da Odebrecht —em questões relativas a esse caso, Gilmar é o ministro responsável.



Foi em um recurso nesse processo que a defesa de Souza pediu a Gilmar que determinasse o envio do caso do Rodoanel da primeira instância para o STF. Segundo os advogados, havia conexão com a denúncia apresentada em São Paulo. Também pediram que a prisão fosse revogada.



Gilmar negou o pedido no dia 19 de abril, sob justificativa de que não via essa conexão. “O reclamante [Paulo Preto] foi denunciado, juntamente com outras pessoas sem prerrogativa de foro, por ‘desvios de recursos públicos do Programa de Reassentamento dos empreendimentos do Rodoanel Sul, Jacu Pêssego e Nova Marginal Tietê’”, disse Gilmar.



“Não se indica suspeita concreta quanto a autoridade com prerrogativa de foro”, acrescentou. “Assim, numa primeira vista, o objeto da investigação e da ação penal é diverso. A tese da defesa, no sentido de que a conexão decorre do PIC [Procedimento Investigatório Criminal] 944, precisa ser melhor esclarecida.”



No dia 8 de maio, no entanto, a defesa entrou com o pedido de habeas corpus. O processo foi considerado conexo e distribuído pela secretaria do Supremo para o ministro.



Três dias depois, o habeas corpus foi concedido a Souza, sem Gilmar levantar a questão a respeito de quem seria o julgador responsável pelo caso.



Em sua fundamentação, critica a possibilidade de Vieira estar preso para ser forçado a oferecer um acordo de delação premiada. “Como ponto culminante do desvio de finalidade da prisão preventiva, produzem-se notícias buscando constranger o Poder Judiciário a compactuar com a ilegalidade”, e cita coluna de Mônica Bergamo, da Folha, que informa que o ex-diretor estudava a possibilidade de colaborar.



A Folha mostrou as duas decisões de Gilmar a especialistas em direito penal, que disseram que o procedimento é incomum, porque em geral o julgador analisa se seria ou não designado para o caso. (...)

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LIBERDADE NAO SE COMPRA, SE CONQUISTA
http://limpinhoecheiroso.com/2018/06/02/antonio-lassance-13-coisas-que-deveriamos-aprender-com-a-greve-dos-caminhoneiros/

Piloto russo desaparecido há três décadas foi encontrado vivo

Piloto russo desaparecido há três décadas foi encontrado vivo: A aeronave foi derrubada durante a intervenção das tropas da ex-URSS no Afeganistão em 1987.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Altamiro Borges: O governo clepto-plutocrata de Cunha/Temer

Altamiro Borges: O governo clepto-plutocrata de Cunha/Temer: Por Francisco Fonseca, no site Carta Maior : Desde o desfecho do golpe efetivado em 12 de maio o país assiste a tudo o que as forças progre...

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domingo, 22 de maio de 2016

Brasil. Retrato de una utopía retrógrada

Brasil. Retrato de una utopía retrógrada:



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El flamante Ejecutivo de Brasil está tomando decisiones desconcertantes que lo colocan en una posición de notable fragilidad. La impresión inicial es que se trata de un gobierno sin rumbo claro, tironeado por políticos deslegitimados que lo pueden llevar al naufragio.
De los 23 ministros que integran el gabinete del presidente interino Michel Temer, siete están procesados o investigados por delitos de corrupción, mientras que otros 12 recibieron donaciones de empresas vinculadas al escándalo de lavado de dinero de Petrobras.
La contumacia y la continuidad de la corrupción destrozan el argumento principal de quienes se empeñaron en destituir a Dilma Rousseff. Es, apenas, un síntoma de los retrocesos que encarna el nuevo gobierno. Buena parte de los ministros que integran el gabinete Temer han sido antes ministros de Rousseff. Es otra forma de corrupción: saltaron de un barco que se venía a pique para abordar otro que, esperan, siga navegando pese a las tempestades que jalonan la política brasileña. Corrupción, sinónimo de putrefacción.
Hasta la Orden de Abogados de Brasil (Oab), ferviente promotora de la destitución de Rousseff, se manifestó contra la presencia de dos ministros en el gabinete que son investigados por corrupción, los de Planeamiento y de Turismo, afirmando que “quien sea investigado en la Operación Lava Jato no puede ser ministro de Estado” (Valor, sábado 14).
Tres crisis en una
La salida del PT, después de 13 años en el gobierno, se produce en medio de la mayor crisis económica de la historia nacional. El editorial del Financial Times, el mismo día de la destitución de Rousseff, se muestra escéptico de que Temer, de 75 años, sea capaz de lidiar con las tres crisis que enfrenta Brasil: la económica, la ética y la que provoca el sistema político.
Según el diario londinense, urge estabilizar la economía apoyando a la industria privada, ya que las inversiones colapsaron durante la larga agonía del impeachment y el crédito se desmorona. Las acusaciones de corrupción que afectan a buena parte del Congreso pueden debilitar al recién nacido gobierno tanto como la situación de la economía, dice. “Temer debe permitir que las investigaciones sigan su curso –razona el diario de la City británica–, aunque eso lo deje expuesto, puesto que cualquier otra actitud va a corroer su magro apoyo popular.”
La tercera crisis deriva de la increíble fragmentación política que ha hecho de la democracia presidencialista brasileña una de las más complejas en el mundo, volviendo casi imposible lidiar con un arco parlamentario que incluye la friolera de 30 partidos.
No será sencillo que el interinato consiga el primer objetivo. Los otros dos están fuera de su alcance. El panorama que presentan las cámaras, el principal apoyo institucional de Temer, es desolador: 313 de los 503 diputados están procesados o acusados; en la misma situación figuran 49 de los 81 senadores. El defenestrado Eduardo Cunha, el archicorrupto ex presidente de la Cámara de Diputados, nombró esta semana tres cargos en el gobierno, pese a estar apartado de sus funciones por orden del Supremo Tribunal Federal.
El caso más grotesco es el del diputado André Moura, escogido por Temer como líder del oficialismo en la Cámara de Diputados y considerado una suerte de brazo derecho de Cunha, pese a pertenecer a un pequeño partido que cuenta con apenas nueve diputados. Moura tiene tres juicios en el Supremo, no sólo por corrupción (peccata minuta a esta altura) sino también por tentativa de homicidio, según reveló Folha de São Paulo el mismo día de su nombramiento.
El prontuario de Moura es alarmante. Fue alcalde del pequeño municipio de Pirambú, en Sergipe, cargo que aprovechó para apropiarse de alimentos y celulares y para poner a su servicio una flota de vehículos con sus respectivos conductores. Según la Policía Civil, cuatro encapuchados dispararon sobre la residencia de su sucesor en la alcaldía hiriendo a un vigilante, ya que se negó a entregarle un millón de reales para su campaña electoral para diputado por Sergipe.
Futuro conflictivo
Que Temer no haya sido capaz de poner distancias con Cunha revela como mínimo dos graves problemas: que forma parte de la misma camada de corruptos y que tiene miedo del ventilador que puede encender el ex presidente de la Cámara en caso de ser procesado.
Aunque grave, el paso dado por Temer es apenas una pequeña muestra del camino que está comenzando a transitar. La periodista Eliane Brum lo resume en tres frases: “Sólo blancos, sólo viejos, sólo hombres. Ninguna mujer, ningún negro. Ese retrato es una imagen poderosa porque no representa al Brasil actual”, sostiene al analizar el nuevo gabinete (El País, lunes 16). Temer cerró el Ministerio de Cultura. Una decisión no sólo polémica sino que muestra un deseo de volver al pasado.
El cientista político André Singer, portavoz del primer gobierno de Lula, lo dice sin vueltas: “Con la traumática caída del lulismo se interrumpe una vez más el intento –en el fondo el mismo de Getúlio Vargas– de integrar a los pobres a través de una extensa conciliación de clases. Venció nuevamente la fuerte resistencia nacional a cualquier tipo de cambio verdaderamente civilizatorio. Incluso el más moderado y conciliador” (Folha de São Paulo, 15-V-16). Pero el Brasil de hoy es bien distinto de aquel de 1954 que empujó a Vargas al suicidio.
De algún modo, el gobierno interino puede interpretarse como un intento de frenar los avances de las clases subalternas, de reconstruir un orden agrietado, una utopía acariciada por las clases dominantes a lo largo de la historia. Pero esa utopía, como lo muestran los dos siglos posteriores a la revolución francesa, nunca consiguió aterrizar sus sueños, porque eran pesadillas para la inmensa mayoría de la sociedad. Es difícil imaginarse un Brasil sin Bolsa Familia, sin cuotas raciales en las universidades o, como recuerda Brum, regresar a un país donde “los estudiantes de las escuelas públicas aceptaban en silencio la violación de sus derechos más elementales”.
Brasil está ante cambios invisibles, profundos, demoledores. No tanto desde 2003, cuando Lula llegó a Planalto, sino desde 2013, cuando millones de jóvenes ganaron las calles luchando contra la desigualdad. Primero en San Pablo, luego en Goiás y Rio de Janeiro, en estos momentos en Porto Alegre y Ceará, cientos de colegios secundarios fueron tomados y gestionados por jóvenes de 13 a 17 años. Sabemos lo que esto significa: una nueva generación de militantes sociales llama a las puertas del escenario político dispuesta a moverlo todo, a trastocar los planes de los poderosos.
En tanto, la vieja clase política se muestra incapaz de comprender el mundo real. El nuevo ministro de Relaciones Exteriores, el socialdemócrata aliado de Washington José Serra, declaró que Brasil hará acuerdos bilaterales porque “el multilateralismo de la última década fracasó”. El país cuyo primer socio comercial es China y tiene estrechas relaciones con Asia puede tener problemas serios si insiste en la senda anunciada por su canciller.


Raúl Zibechi

Brecha, Montevideo, 20-5-2016

http://brecha.com.uy/

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Em TV portuguesa, Gregorio Duvivier critica Temer e desmascara o golpe

Em TV portuguesa, Gregorio Duvivier critica Temer e desmascara o golpe:

Humorista não poupou críticas ao peemedebista e ao golpe realizado no Brasil: "Então, tira uma presidente democraticamente eleita, com 53 milhões de votos, para empossar um sujeito que não teria nem 1% de intenção de voto e que é réu. Uma presidente que não é ré, que não foi julgada, que nada foi provado contra ela".

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