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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Presa socialite que mandou matar por ciúme. Um crime passional que envolve três maridos e duas belas esposas

Presa socialite que mandou matar por ciúme. Um crime passional que envolve três maridos e duas belas esposas:



emtempo- crime passional


Texto Joana Queiroz/ A Crítica/ Manaus – A advogada Marcelaine Santos Schumann, a “Elaine” ou “Ane”, de 36 anos, pagou R$ 7 mil para que pistoleiros executassem ou deixassem aleijada a bacharel em direito Denise Almeida da Silva, de 34, atingida com um tiro no estacionamento da academia Cheik Clube, no Centro de Manaus, no dia 12 de novembro. Marcelaine acreditava que Denise tinha um caso com o seu amante, o empresário Marcos Souto – todos os envolvidos são casados.



Na montagem a mandante do crime está destacada, ao seu redor, nos vidros estilhaçados, estão os demais envolvidos no crime, como o amante e a universitária baleada, Denise (Rafael Froner)


Na montagem a mandante do crime está destacada, ao seu redor, nos vidros estilhaçados, estão os demais envolvidos no crime, como o amante e a universitária baleada, Denise (Rafael Froner)
Em contato com a reportagem, Denise negou conhecer Elaine e Marcos: “Eu não sou a amante desse homem (Marcos) que sequer conheço, assim como não conheço essa mulher (Elaine). Sou casada e vivo muito bem com o meu marido”. “O que aconteceu é que há pelo menos um ano essa mulher começou a ligar para a minha casa, para mim e para o meu marido. Ela dizia que tinha encontrado algumas ligações com o número do meu celular na conta do telefone do amante dela. Algumas vezes eu e o meu marido fomos seguidos pelo carro do amante dela. Ele chegou a ligar para o meu celular dizendo que queria se encontrar comigo para me pedir desculpas pelos insultos e ligações que ela fazia, mas não aceitei e acabou acontecendo o que vocês já sabem”, conta.



Denise Almeida da Silva sobreviveu após levar um tiro no pescoço, dentro do seu Mercedes-Benz


Denise Almeida da Silva sobreviveu após levar um tiro no pescoço, dentro do seu Mercedes-Benz
Ainda por telefone, Denise explicou que a história não é como parece. “O meu marido não é o corno da jogada. Ele sabia de tudo, sofria comigo e estava sempre ao meu lado. Eu a descrevo (Elaine) como uma pessoa sem noção que passa a perseguir a outra baseada em suspeita. É uma psicopata”, finalizou.



Marcelaine (direita) é suspeita de encomendar morte de Denise


Marcelaine (direita) é suspeita de encomendar morte de Denise
Agência TA – O marido de Denise, o advogado Erivelton Barreto, 34, confirmou o stalking (perseguição) da advogada Marcelaine Santos Schumann, que fazia ligações frequentes para seu celular, dizendo ser mulher do citado amante e afirmando que Denise se envolvera com ele.

No dia do atendado, Marcelaine viajou para 
o Nordeste e voltou no dia 20 de novembro para Manaus, mas viajou novamente 
para os Estados Unidos, retornando hoje, quando foi presa.

Ela desembarcou acompanhada do marido Edmar Costa e do advogado José Bezerra de Araújo.



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Marcelaine no IML onde fez exames antes de ir para a cadeia pública. Foto Winnetou Almeida




A socialite desembarcou em Manaus por volta de 12h16 desta segunda-feira (5) e seguiu para exame de corpo de delito no o Instituto Médico Legal (IML)


A socialite desembarcou em Manaus por volta de 12h16 desta segunda-feira (5) e seguiu para exame de corpo de delito no o Instituto Médico Legal (IML)


Marcelaine dos Santos Schumann foi encaminhada à Penitenciária Feminina. Foto Sandro Pereira


Marcelaine dos Santos Schumann foi encaminhada à Penitenciária Feminina. Foto Sandro Pereira
Marcelaine dos Santos Schumann teve a prisão preventiva decretada, no mês passado, pelo juiz Mauro Antony, da 3ª Vara do Tribunal do Júri.

Dos três tiros disparados contra Denise, dois a atingiram e uma das balas se alojou na coluna cervical na altura do pescoço.

Além de Marcelaine, três pessoas foram presas em dezembro do ano passado. Rafael Leal do dos Santos, de 25 anos, conhecido como “Salsicha”, foi quem atirou contra a universitária. O homem afirmou que recebeu R$ 3.500 para realizar o crime. Ele foi preso no município de Anori, a 234 km de Manaus, onde estava abrigado na casa do avô.

Segundo a Polícia Civil, após ser preso, Rafael confessou a tentativa de homicídio e apontou a participação de Charles “Mac Donald” Lopes Castelo Branco, de 27 anos, suspeito de negociar o assassinato com a mandante, e Karen Arevalo Marques, de 22 anos, que intermediou o aluguel da arma.





O trio improvisado de mortos de fome contratado pela dondoca. Até para matar a elite paga uma miséria


O trio improvisado, de mortos de fome, contratado pela dondoca. Até para matar a elite paga uma miséria





Original enclosures:
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Creativity and Warmth Displayed by Vila Mariana Residence in São Paulo, Brazil

Creativity and Warmth Displayed by Vila Mariana Residence in São Paulo, Brazil:



architecture living area Creativity and Warmth Displayed by Vila Mariana Residence in São Paulo, Brazil

Vila Mariana Residence by Cristiane Bergesch is an inspiring renovation project delivered in São Paulo, Brazil. The 34 square-meter home with two levels was completely redesigned to serve the modern living needs of a young couple. Improving the ventilation and lighting systems was one important aspect to consider during the planning stage of the project. According to Cristiane Bergesch, the lack of space for furniture was a challenging limitation: “I designed all the furniture for the living room, kitchen and bedroom, respecting specific measures for each piece. Furthermore, the clear and neutral colors reinforce the visual impression of more space.



design living area Creativity and Warmth Displayed by Vila Mariana Residence in São Paulo, Brazil


Another problem was the lack of space for a dining room. The living room had several accesses and the main door was taking up too much space to open. It was replaced by a sliding door, which expanded the original building area to 46 sqm, joining the living room and the outdoors. A glass ceiling ensures natural lighting for both spaces. The owners wanted a comfortable, practical home, and also a place to receive family and friends. The outdoor area added the space needed for dining room and barbecue.

The compact 4 sqm kitchen has all the necessary items. The chosen oven, for example, is a cooktop. The sliding door made in special glass provides a mirror effect, hiding the kitchen interior when there is no light. MDF cabinets with white melamine finish contrasts the wooden panel. The master bedroom is located on the second level, offering a high level of privacy and comfort. [Information provided via e-mail by Cristiane Bergesch; Photos: Marcelo Scandaroli]



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8 coisas que devem ser feitas antes de ir ao ginecologista

8 coisas que devem ser feitas antes de ir ao ginecologista:

Publicado originalmente em Dicas de Mulher Moderna:



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1) A mulher não precisa estar depilada para ir ao ginecologista. Os pelos, além de proteger, indicam ao médico a quantidade de hormônios femininos e masculinos. Se quiser, pode depilar-se sem excesso, evitando irritações, como é permitido no dia a dia. Ou seja, nada de opções artísticas, com formatos de flores e corações, hein? “A recomendação para ficar confortável com o biquíni ou a calcinha sem deixar a região exposta é depilar três dedos acima do clitóris e deixar dois dedos nas laterais. Os pelos não podem ser muito curtos, por isso, devem ter dois dedos de altura.”

2) Tire da cabeça a ideia de usar ducha vaginal. Ela prejudica o exame de papanicolau.

3) Tomar banho não atrapalha os exames. Siga o conselho anterior e use sabonetes com pH ácido (entre 3,5 e 5) sempre.

4) Se possível, urine antes da consulta. É que o instrumento que abre a…
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Original enclosures:
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Promessa de Ano Novo: Vou me Matricular na Academia

Promessa de Ano Novo: Vou me Matricular na Academia:

Hm….e essa promessa hein? Como se faz pra cumprir? Bom, se matricular na academia é fácil, o difícil é frequentar e ficar lá o ano todo!

Pra começar, acho melhor mudar a promessa para: esse ano vou me exercitar mais, assim fica menos difícil de cumprir. Para se exercitar, não precisa ir para a academia, existem muitas coisas que podemos fazer para melhorar nosso condicionamento. Algumas sugestões seguem abaixo.

No dia a dia

-  sempre use escadas ao invés de elevador ou escada rolante

- durante do almoço no trabalho, ao invés de almoçar e voltar para o escritório, dê umas voltas pelo bairro

- desça um ponto de ônibus/metrô antes do trabalho/casa e vá andando

- limpe a casa

- passeie com o cachorro

- faça compras (padaria/mercado) a pé

- se estiver esperando em aeroportos ou rodoviárias, caminhe ao invés de ficar sentado

- brinque com as crianças

- saia para dançar

Exercícios em casa

- faça abdominais, flexões

- jogue videogame com o move ou o kinect

- faça alongamentos (15 min de dia e 15 de noite)

- existem na internet vários vídeos de série para exercícios localizados (braços, pernas, bumbum, barriga…) que podem ser feitos em casa

Exercícios fora da academia

- caminhada/corrida

- pule corda

- esportes coletivos: futebol, vôlei, basquete com os amigos

- andar de bicicleta, patins ou skate

- nadar no mar

- jogar capoeira

- aula de dança

- andar de caiaque ou stand up paddle

O difícil é começar, depois fica mais fácil. Boa sorte !

O corpo (negro caído no chão) é templo do Espírito Santo

O corpo (negro caído no chão) é templo do Espírito Santo:

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Lembrai-vos dos prisioneiros, como se vós fôsseis prisioneiros com eles, e dos que são maltratados, pois também vós tendes um corpo.
— Hebreus 13:3
Vamos às atividades do dia
Lavar os copos, contar os corpos.
— Criolo
Ronilso Pacheco, no Novos Diálogos

O capítulo 25 do Evangelho de Mateus, com esta perigosa perícope de 31 a 46, não é uma passagem comum, não é um recurso meramente pedagógico para falar de salvos e condenados. Não consigo sequer imaginar Jesus dizendo aquilo com a tranquilidade com que ela é lida nos nossos sermões. Não é possível, porque é forte demais.

Na ilustração de Jesus, se salvarão aqueles que salvarem outros. Não aqueles que salvarem a alma dos outros, porque esta seria missão inglória, que ninguém é capaz de fazer. É preciso intervir no sofrimento do corpo. A fome, a sede, o ser estrangeiro, a nudez, a enfermidade e o encarceramento violentam o corpo. É o corpo cuja sede rasga a garganta, emudece a voz, resseca o organismo. É o corpo cuja fome enfraquece, é a fraqueza que perturba a capacidade de discernir, mover-se, caminhar, resistir. E em nome da vitória sobre a fome, o corpo é levado a vender-se, ser usado, explorado, abusado. É o corpo cujo encarceramento agride a liberdade, a capacidade de ir e vir. Encarceramento seletivo, com grupo social específico, território específico, cor de pele definida, faixa etária preferencial e “práticas criminosas” bem escolhidas. Encarceramento covarde, cuja palavra final está nas mãos de quem faz questão de exibir o poder, decide o que é passível de pena e quanto custa a liberdade. Quanto custa a liberdade deste corpo negro indomável, delinquente, infrator, maior ou menor, ameaça intimidadora do ordenamento social, elemento perturbador do cotidiano. Corpos marcados à espera do cárcere, nem sempre pelos atos cometidos, mas muitas vezes pelo estigma naturalizado, “a cor padrão” dos atos “criminosos”.

É o corpo, sempre o corpo nu, não apenas pela ausência das vestes, mas nu sem proteção à violência, aos maus tratos, corpo nu e indefeso diante do controle inclemente do estado e das incertezas, riscos e inseguranças da vida social. Acrescentemos a esse entendimento do nu, que não é somente o corpo, mas toda uma vida e existência, a definição de vida nua, oriunda do italiano Giorgio Agamben e tão bem lembrada por André Duarte: “a vida que somente cai na esfera da política na medida em que dela pode ser eliminada sem mais, sem que com isso se cometa um crime”. É este corpo nu, vulnerável, abandonado que marca presença no texto. Quando Jesus lembra estes corpos nus, carentes de vestes – as vestes não são suas roupas, são seus cuidados, seu corpo que (re)veste outros corpos – ele se reporta à ele mesmo. Ele, que seria o Cristo “abandonado”, segundo essa imagem linda e poderosamente refletida por Moltmann em seu O Cristo crucificado. O teólogo alemão afirma que a gente só entende a diferença da “morte de Jesus das outras cruzes na história do sofrimento humano” quando vemos seu abandono por parte de Deus e Pai. “Jesus”, diz Moltmann, “morreu em singular abandono da parte de Deus”. É a força de uma contradição que nos agride. Todos os dias, a vida nua destes corpos violados pela pobreza e pela negação do reconhecimento pede socorro. Estão abandonados, são chacinados, executados, eliminados, desaparecidos, arrastados, agredidos. Corpos nus.

É o corpo do estrangeiro. Não o estrangeiro pátrio, não os exilados nacionais. Os estrangeiros são os “indesejáveis”, novos forasteiros das cidades, vítimas silenciadas da segregação socioespacial, das famílias dos miseráveis expulsos das propriedades dos donos-senhores, no campo e na cidade. Construtores de favelas, mão de obra dos alienados da própria vida, escravos assalariados, removidos à qualquer hora, em função de uma política pública de gentrificação, ansiosa de transformar cidades e territórios em produto. Nesta nova lógica de cidade, o cidadão só é entendido como cliente, aquele capaz de se bancar como usuário de bens e serviços em geral. Como a simples conclusão do geógrafo Márcio Piñon contribui: “cidadão é aquele que pode participar como consumidor e usuário da cidade; o que não pode, encontrar-se-á, cada vez mais, à margem dela”. Os estrangeiros e forasteiros estão também nas ruas, sujos, esquecidos e temidos, aquecidos muitas vezes pelo álcool, pelo crack e pelo tiner. Indesejáveis que são, não cabem nesta terra, não possuem direito ao sol, enfeiam nossas cidades, atrapalham nosso percurso. São corpos soltos. Corpos dispensáveis.

Aí vem o Cristo e se identifica com essa gente, e condiciona o caminho para a tão desejada salvação à coragem e a disposição de ir em direção a essa gente, e nós que já tínhamos nos acostumado a torná-los lugar-comum, casos isolados, invisíveis mesmo. E se eliminados fossem, a sociedade se sentiria confortável. Mas Jesus preconiza o que Paulo compreendeu. A gente lê Paulo dizer que “O” corpo é templo do Espírito Santo (porque não tinha como entender diferente, já que o Espírito foi derramado sobre “toda” carne), mas a nossa leitura é feita como se “alguns corpos” fossem templos do Espírito Santo (corpos convertidos). E assim nos alienamos, ignoramos a profanação dos templos pretos, pobres, desterrados, exterminados, violentados, abusados. Nosso radar para o que identificamos como “profanação moral” do corpo soa tão alto que quase não sobra sensibilidade suficiente para qualquer estrondoso ruído da profanação causada pelo estado, pela violação do direito, pelo racismo estrutural, pela violência que elimina “infratores” como inimigos imperdoáveis. A profanação causada pela seletividade do sistema penal. É uma pena que essas profanações não nos causem indignação, denúncia, oração, protesto e choro. Mas é um risco, porque parece que ela tem a nossa salvação nas mãos.

* O título deste artigo faz referência ao livro de Ana Luiza Flauzina, Corpo Negro Caído no Chão: O sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro, lançado pela Editora Contraponto.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

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