Pesquisar este blog

ABOUT.ME

Mostrando postagens com marcador pig. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pig. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de julho de 2013

Mais uma que não estará na Globo

 DoLaDoDeLá - RSS

Mais uma que não estará na Globo

Periódico - não digo qual -acusa a Globo de Manipulação.
Ih, o mundo descobriu o que a gente já sabia...
E agora?
Clique na imagem para ampliá-la e repare na legenda.
Colocaram a foto da jornalista agredida pela POLÍCIA, e disseram que foram os manifestantes.

(sugestão da jornalista Leo Rodrigues)

PIG ESCONDE QUE A GLOBO FEZ A MESMA OPERAÇÃO FRAUDULENTA QUE OS MENSALEIROS

PIG ESCONDE QUE A GLOBO FEZ A MESMA OPERAÇÃO FRAUDULENTA QUE OS MENSALEIROS


Globo é pega no acórdão do 'mensalão' em negócio com Banco Rural considerado 'fraudulento'

Nas páginas 2869 e 2870 do acórdão do julgamento da Ação Penal 470 do STF (vulgo "mensalão"), registra que o mesmo padrão de empréstimo feito do Banco Rural com o Partido dos Trabalhadores, foi feito com a "Globo Comunicações e Participações". Os ministros do STF consideraram "atos fraudulentos de gestão", segundo o acórdão.



Eis o texto oficial do acórdão do STF onde o fato é registrado (grifos hachurados em amarelo nossos):

As operações com as empresas ligadas a MARCOS VALÉRIO e as operações do Partido dos Trabalhadores, por sua vez, ganharam repercussão pela publicidade que se deu aos fatos. Todavia, conforme apontado na denúncia (fl. 5.702), não foram essas as únicas operações apuradas no processo administrativo (Processo nº 0601322934) junto ao Bacen, reveladoras de atos fraudulentos de gestão¸ com violação aos princípios da seletividade (“devedores em precária situação econômico financeira, inclusive por apresentarem patrimônio líquido negativo, elevado endividamento bancário e prejuízos sucessivos; ausência de dados contábeis atualizados de devedores; dados cadastrais insuficientes; ausência de análise técnica pela área de crédito; parecer desfavorável da área técnica de crédito; risco elevado para o porte e patrimônio líquido dos devedores; existência de operações relevantes, de responsabilidade de empresa ligada, baixadas a prejuízo antes de novo deferimento ao mesmo grupo”), da garantia (“não liquidação das operações de empréstimo no vencimento; ausência de qualquer amortização, seja de encargos ou de principal; renovações sucessivas com incorporação de encargos e sem amortizações, inclusive liberando novos recursos; geração de caixa insuficiente para arcar com as obrigações” assumidas) e da liquidez (“garantia com base em contrato de prestação de serviço do qual o Banco Rural não possui nem cópia; garantia de contrato de prestação de serviço com prazo de validade vencido; garantia de direitos creditórios de empresa ligada com cláusula impeditiva de utilização como garantia à revelia do contratante; garantia de valor inferior às obrigações assumidas; ausência de alienação fiduciária dos direitos creditórios objeto da garantia; aval de pessoas físicas sem capacidade econômicofinanceira para fazer face às obrigações; garantia de penhor de matéria-prima depositada na própria empresa, sem certificado e/ou warrant; operações deferidas sem qualquer garantia”). Da mesma forma, “valendo-se de mecanismos destinados a impedir ou dissimular a caracterização de atrasos (...) afetou significativamente o balanço de encerramento do exercício de 2004, só ocorrendo a regularização/provisionamento no balanço patrimonial de 30.6.2005, após determinação expressa do Banco Central. Em decorrência do não reconhecimento de perdas na carteira de crédito, além da geração artificial de resultados pela apropriação de rendas meramente escriturais, o Banco incrementou artificialmente seu Patrimônio Líquido, induzindo a erro os usuários das demonstrações contábeis, implicando, ainda distribuição de dividendos, participações e juros sobre o capital próprio, o que contribuiu para a diminuição da liquidez e descapitalização da instituição” (fls. 3.492-3.495 do referido PA, CD2, Vol. 206).

Há nos autos do processo administrativo detalhada análise sobre operações envolvendo outras pessoas físicas e jurídicas, a saber: Moinho de trigo Santo André S/A, Banktrade Agrícola Importação e Exportação, Tupy Fundições Ltda., Globo Comunicações e Participações, ARG Ltda., Securivest Holdings S/A, Ademir Martines de Almeida, Agroindustrial Espírito Santo do Turvo, Agrícola Rio Turvo, Cia. Açucareira Usina João de Deus, Usina Carola S/A, Viação Cidade de Manaus Ltda., Amadeo Rossi S/A, João Fonseca de Goes Filho, Enerquímica Empreendimentos e Participações e Noroeste Agroindustrial.

PIG também esconde que a Globo também recebeu da DNA mensaleira:



Da web

quinta-feira, 20 de junho de 2013

PIG TERRORISTA...

IMPRENSA TERRORISTA E APÁTRIDA – ELES MOSTRAM UM PAÍS CAÓTICO E PRESTES A QUEBRAR – É MENTIRA !

Compartilhe a notícia:
aaaagloboSe o Brasil estivesse de verdade no caminho que a MÍDIA MENTIROSA E MANIPULADORA quer fazer a opinião pública acreditar, nós estaríamos perdidos e mal pagos. Felizmente tudo isso é mais do mesmo, das mentiras e LOROTAS que eles vem apresentando ao longo dos últimos 10 ANOS e MEIO, buscando sempre defender os interesses dos poderosos e das ELITES da qual fazem parte e representam. Eles disseram que Lula não ia governar, disseram que o PT ia quebrar o país, se posicionaram sempre contra todas as medidas do governo que se mostraram acertadas ao longo dos anos.
Aí está o Brasil, construindo seus Estádios para a Copa do Mundo (não foi esse sempre o “sonho” dos brasileiros) ter outra vez a COPA AQUI ? Não queríamos as OLIMPÍADAS ? – Não dá para dizer se com FHC ou SERRA, AÉCIO e o PSDB, ou com o DEM, as coisas seriam diferentes, se eles fariam melhor, afinal, no poder durante muitos anos, eles NUNCA CONSEGUIRAM, embora tenham tentado. FALTOU ao SOCIÓLOGO credibilidade para que FIFA e COI colocassem em suas mão eventos tão importantes.
O Brasil tem hoje reservas cambiais como nunca U$ 400 BILHÕES, vai para seu NONO ANO SEGUIDO de SUPERAVIT comercial, até FHC tínhamos um DÉFICIT monstruoso. A INFLAÇÃO hoje é menor do que na ERA FHC, mas, dizem que ela está subindo. Eles querem desemprego e aumento de JUROS, para poder arrochar salário e ganhar rios de dinheiro com a sangria dos cofres públicos através da AGIOTAGEM e USURA.
É por isso que essa IMPRENSA APÁTRIDA, que serve aos interesses INCONFESSÁVEIS DO CAPITAL ESPECULATIVO e que se posiciona sempre contra os interesses legítimos do POVO BRASILEIRO, NÃO NOS REPRESENTA.
Fonte: Blog do Saraiva

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A morte de Roberto Civita

A morte de Roberto Civita


Acaba de falecer Roberto Civita.
Foi o principal responsável por ter trazido os padrões jornalísticos norte-americanos para o Brasil, convencendo o pai a criar revistas informativas.
A primeira foi a Realidade. Segundo jornalistas que trabalharam com ele, como Luiz Fernando Mercadante, o jovem Civita tinha tino jornalístico, sabia trabalhar com talento as fórmulas importadas dos Estados Unidos.
 Algum tempo depois, a Veja, copiando o modelo de jornalismo-produto norte-americano.
O padrão vinha do Times. Consistia em trabalhar a notícia como se fosse um produto da dramaturgia. Na segunda-feira, havia reunião de pauta em que se escolhiam as matérias que fossem mais atraentes para os leitores. A pauta era montada de acordo com critérios que tornassem a notícia atraente. Depois, os repórteres saíam atrás de declarações que convalidassem as teses defendidas pela revista.
Teve alguns períodos áureos. O primeiro, com Mino Carta. Depois de três anos para se firmar, atingiu o ponto de equilíbrio e nos anos 70 já se tornara a mais influente publicação brasileira.
Apesar do estilo superficial – próprio para atingir a dona de casa de Botucatu (como era o lema da revista -, a revista primava pelas pautas criativas, pelo texto rigoroso embora um tanto parnasiano nas aberturas, pela capacidade de enfiar enorme quantidade de informações (nem todas essenciais) em textos curtos.
Após a saída de Mino, a revista manteve a influência e cresceu em tiragem, acompanhando o crescimento da economia brasileira.
Nos anos 90, assim como o restante da grande imprensa, experimentou seu período de maior brilho, após ajudar a construir e a demolir a imagem de Fernando Collor.
Brilhante na criação de um universo de revistas especializadas ou temáticas, Roberto Civita falhou na transição para a era digital.
Com ACM, conseguiu concessões de TV a cabo, montou alguns canais, que não lograram se desenvolver. A experiência em TV foi um desastre financeiro. Teve oportunidade de montar o primeiro grande portal brasileiro, o BOL, tendo muito mais conteúdo para expor do que a UOL, da Folha. Mas não possuía a agilidade demonstrada por Luis Frias, à frente da UOL.
Com poucos lances, Frias propôs a fusão UOL-BOL, assumiu a gestão da nova empresa e, mais à frente, aproveitou a enorme liquidez do mercado financeiro para adquirir a metade da Abril. Hoje a UOL deve valer bem mais do que a Abril inteira.
Um dos principais obstáculos para a transição da Abril foi a resistência de um corpo de conselheiros de Civita, fortemente amarrados à tradição do papel. Mesmo quando a Internet tornara-se irreversível, a Abril não acordou. Pelos menos a duas empresas de tecnologia que foram oferecer sistemas para ela – uma das quais, a IBM – a resposta dos executivos é que a Abril iria apostar todas suas fichas em gibis e revistas para a classe C.
O advento do jornalismo online acabou consagrando outros portais, a própria UOL, o G1 e dois entrantes, o Terra e o iG.
A última aposta da Abril foi tentar ganhar protagonismo político imitando o estilo de Rupert Murdoch. A campanha contra o desarmamento revelou um perfil de leitor classe média intolerante, preconceituoso, conservador até a medula. E a Abril, que sempre buscou o leitor classe média alta, apostou todas suas fichas no novo modelo.
Foi a primeira a trazer o estilo de jornalismo tosco e virulento da Fox News. E a cometer assassinatos de reputação em larga escala, cujos casos mais conhecidos foram as guerras do Opportunity e de Carlinhos Cachoeira.
Alguns anos atrás, em péssima situação financeira, a Abril recebeu aporte de capital do grupo Nasper, da África do Sul, mais 20% de empresas offshare de Delaware, afrontando a legislação brasileira. Posteriormente, quando vendeu a TV A para a Telefônica, as duas holdings desapareceram do bloco de controle da empresa.
Nos últimos anos, o grupo passou a investir todas suas sobras de caixa no setor educacional. Com a morte do seu líder, o futuro da Abril torna-se incerto.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Altamiro Borges: O Estad�o e a ditadura midi�tica

Altamiro Borges: O Estad�o e a ditadura midi�tica

Blog Sujo : Recordando Ruy Mesquita

Blog Sujo : Recordando Ruy Mesquita

Luis Nassif: Os últimos momentos do jornalismo de papel

Luis Nassif: Os últimos momentos do jornalismo de papel

by bloglimpinhoecheiroso

Jornalismo_Impresso_FimLuis Nassif em seu Advivo
Na sexta feira, dia 17, a editoria Poder, do jornal Folha de S.Paulo, publicou seis matérias. A primeira, sobre a votação da Lei dos Portos, dividida em algumas sub-retrancas. A mais importante descrevia a votação e as reações suscitadas, com informações que já haviam sido abundantemente exploradas no dia anterior, inclusive pela Folha online.
No Estadão, reduziram-se cadernos, notícias e equipes.
Historicamente, o produto “notícia” sempre se baseou em poucas variedades de embalagens. Nos jornais mundiais de maior peso – formadores de opinião –, buscava-se diferenciar do produto “entretenimento”. Para tanto, recorria-se a um estilo sóbrio, a um conteúdo analítico privilegiando o conceito de relevância.
Graças a isso, preservaram um público exigente, formador de opinião, que demanda do jornal o tratamento objetivo dos fatos e o exercício racional da análise, independentemente da linha política do jornal.
No caso brasileiro, desde os anos de 1990 os grandes jornais decidiram investir na notícia “entretenimento” e se valer dos recursos da dramaturgia como parte central da sua operação.
Esse estilo consistia no seguinte:
1. Privilegiar sempre o fato próximo ao universo de informações do leitor comum. Por exemplo, se há uma reunião que define pontos importantes para o destino do País, privilegie a futrica, o detalhe pitoresco (bocejo de um dos presentes, ironia de outro etc.) em detrimento do assunto tratado.
2. No caso de grandes escândalos, tratar os personagens centrais com a caracterização dos roteiros de novelas, transformando-os em vilões completos ou em heróis imaculados.
3. Na hora da dramatização, não se prender aos fatos porque, em geral, são muito menos interessantes do que a fantasia. Com isso, aboliram-se os filtros mínimos de qualidade.
Durante algum tempo, funcionou, especialmente no período da redemocratização, no qual as fórmulas sensacionalistas, após anos de censura, eram novidade.
De início, houve queda de qualidade e da credibilidade. Com a ampliação da internet, esse modelo ruiu. O jornalismo entretenimento consolidou-se na televisão – de programas mais toscos, policialescos, a programas mais elaborados, tipo Fantástico. A migração do leitor de entretenimento acelerou com a internet, oferecendo um prato para cada paladar.
Para se destacar no caos da internet, os jornais teriam de investir no rigor e no discernimento. Mas radicalizaram no show. Com isso, perderam os leitores de entretenimento e os leitores formadores de opinião. Ainda mantém o prestígio junto a setores mais refratários a mudanças, como os políticos e o Poder Judiciário. Mas é questão de tempo.
Também os grandes jornais migrarão para a internet, terminando suas operações impressas. Mas lá serão apenas mais um agente de informação, com algum peso, mas sem poder mais ditar os rumos da opinião pública.
Cada dia em sua vida, nunca é mais, será sempre menos, deixando para trás seu grande momento de glória, os anos de 1990, no qual toda a opinião pública era conduzida por um aparato extraordinariamente reduzido de publicações: Folha, Estado, Veja, devidamente repercutidos pelo Jornal Nacional.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Como o “Estadão” fez sumir sua chantagem contra Aécio

Como o “Estadão” fez sumir sua chantagem contra Aécio

by bloglimpinhoecheiroso

Aecio_CanudoEduardo Guimarães em seu Blog da Cidadania
Em fevereiro de 2010, uma guerra fratricida foi desencadeada no PSDB. O segundo mandato de Lula chegava ao fim e ele não podia ser candidato à própria sucessão. Os tucanos e a mídia, sua aliada, estavam céticos quanto às possibilidades do “poste” que achavam que Dilma era e, assim, acreditavam que, fosse quem fosse o candidato deles, seria eleito.
Dois pré-candidatos disputavam a indicação do PSDB para a “barbada” eleitoral que a direita brasileira acreditava que se avizinhava: derrotar uma mulher sem o carisma de Lula e que jamais disputara uma eleição na vida. José Serra e Aécio Neves, então, digladiavam-se pela primazia de enfrentar Dilma.
A imprensa atucanada de São Paulo e do Rio de Janeiro (leia-se Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e O Globo) estava muito irritada com Aécio. Apesar de esses veículos e o PSDB acreditarem que Dilma, então praticamente estagnada nas pesquisas, seria mera sparring de dois políticos profissionais como Aécio e Serra, preferia o segundo.
No caso da imprensa paulista, até por Serra ser paulista também – sem falar na maior identificação ideológica com ele –, essa “imprensa” fustigou o PSDB por meses até que Aécio fosse preterido.
Serra estava melhor nas pesquisas e esses veículos, que há mais de uma década demonstram que não entendem a política brasileira, não acreditavam que alguém pudesse começar uma campanha eleitoral com percentuais de intenção de voto tão baixos quanto Dilma e o próprio Aécio tinham e chegar a vencer a eleição.
Nesse jogo, o jornal O Estado de S.Paulo fez o movimento mais ousado: chantageou Aécio com um texto literalmente criminoso, escrito por seu ex-editorialista e ex-colunista Mauro Chaves, que faleceria um ano depois.
No auge dessa disputa entre Serra e Aécio, o Estadão publicou artigo de Chaves contendo uma chantagem contra o então governador de Minas Gerais, conhecido por sua vida de “playboy” e sobre quem circulam, há anos, boatos sobre ser usuário de cocaína.
O título do artigo que Chaves escreveu e que foi publicado pelo Estadão em 28 de fevereiro de 2010 já dispensaria o resto do texto: “Pó pará, governador”. Confira, abaixo, a íntegra do artigo.
Aecio_Estadao01
Chaves era um homem bastante erudito. Seu texto era escorreito. Por que usar um título como esse? Por que não “Pode parar, governador”? Ora, porque estava mandando um recado de que os boatos sobre Aécio ser usuário de “pó” (cocaína) viriam à tona caso insistisse em criar dificuldades à candidatura Serra.
O artigo causou grande alvoroço e, pouco depois, Serra foi sagrado candidato para a “barbada” que a mídia ligada ao PSDB e o próprio partido acreditavam que seria a disputa contra o “poste de Lula”.
Faltara, entretanto, combinar com os “russos”, ou seja, com o povo.
Voltemos ao presente. Escrevendo um post sobre os ataques de Aécio ao PT durante a convenção do PSDB do sábado, dia 18, na qual o hoje senador por Minas Gerais foi eleito presidente do partido, abordei o artigo chantagista em questão.
Pretendia colocar o link para ele no texto. Fazendo a busca no portal do Estadão para localizá-lo, encontro esse link. Contudo, quando tento acessá-lo não consigo – conduz a uma página em branco.
Cito no post, então, o fenômeno. Digo que, “estranhamente”, o link do Estadão para sua matéria conduz a lugar nenhum.
Eis que o leitor Reinaldo Luciano, intrigado como eu, usa seus conhecimentos e mostra que ninguém consegue esconder nada na internet.
O excelente trabalho de Reinaldo desvendou o mistério. Leia, abaixo, o comentário que ele colocou no post anterior, onde explica como o Estadão conseguiu fazer sumir a chantagem que fez Aécio desistir de ser o candidato do PSDB à Presidência da República em 2010 em favor de Serra.
***
Reinaldo Luciano – twitter.com/rei_lux
Comentário enviado em 20/05/2013 às 11:16
A respeito da matéria que não abre no Estadão, verifiquei a página e realmente não abria.
Usei o http://archive.org/web/web.php e localizei a dita página, que foi armazenada em cache 28 vezes desde que foi publicada.
Este é o link original, onde a matéria não abre:
E este é o link recuperado:
Ao analisar o cache, notei que, em 26/8/2010, a matéria teve uma linha alterada ou acrescentada, como pode ser vista aqui:
O fato é que, após essa mudança (quando Serra já era candidato e Aécio não representava mais problema), a página sumiu…
Fiz um print screen da página e postei no twitter:
E, para ser ainda mais chato com o Estadão, fiz um videozinho de minhas andanças pelo cache. Assista abaixo.

sábado, 18 de maio de 2013

VEJA E ÉPOCA COLOCAM A FACA NO PESCOÇO DE ZAVASCKI


sexta-feira, 17 de maio de 2013

#OsAntiPira: Número de pessoas que quitaram dívidas é recorde no ano

#OsAntiPira: Número de pessoas que quitaram dívidas é recorde no ano

by bloglimpinhoecheiroso

Dinheiro_ContandoCaiu em 2,1% o número de brasileiros que não pagaram dívidas no primeiro quadrimestre de 2013. Economista atribui redução de inadimplentes no 1º quadrimestre de 2013 ao baixo nível de desemprego e maior rigor dos bancos em 2012 para conceder crédito.
Taís Laporta, via Portal iG
O número de brasileiros que conseguiram quitar suas dívidas subiu para 8,9 milhões no 1º quadrimestre de 2013, um aumento de 6,4% ante o mesmo período de 2012 e resultado recorde, segundo levantamento divulgado pela Serasa Experian, na sexta-feira, dia 17.
A quantidade de pessoas que deixaram a lista de inadimplentes é a maior desde o início da medição, em 2006. Também caiu em 2,1% o número de brasileiros que não pagaram suas dívidas: 11,2 milhões de CPFs foram negativados nos quatro primeiros meses do ano, comparados aos 11,5 milhões em igual período de 2012.
Desde 2010, a empresa não registrava uma queda na base de inadimplentes simultânea à redução de novos integrantes da lista. “A redução da taxa de desemprego contribuiu para o resultado positivo”, afirma ao iG o economista da Serasa, Luiz Rabi. Em março de 2013, o nível de desemprego no Brasil estava em 5,7%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Outro fator que ajudou a reduzir o número de inadimplentes, acredita Rabi, foi a maior rigidez do sistema financeiro para conceder crédito ao consumidor. “No ano passado, os bancos e financeiras adotaram uma postura mais rigorosa para evitar que pessoas com alto risco de inadimplência tomassem empréstimos”.
Nas linhas de financiamento de veículos por exemplo, ficou quase impossível encontrar condições oferecidas anteriormente, como contratos sem juros e sem entrada, além do longo prazo, de até seis anos.
O cenário favorável aos inadimplentes deve perdurar pelo menos até o fim do semestre, acredita o economista da Serasa. “No segundo semestre, o cenário fica mais incerto, com a expectativa de que o Banco Central continue a aumentar a taxa de juros”.

Por que fracassará o terrorismo econômico do PSDB e da mídia

Por que fracassará o terrorismo econômico do PSDB e da mídia

by bloglimpinhoecheiroso

Midia_Donos02Eduardo Guimarães em seu Blog da Cidadania
No mesmo dia do mês passado em que o País recebeu uma excelente notícia sobre a sua economia, o Jornal Nacional a transformou em notícia ruim de forma a não destoar do noticiário maníaco-depressivo com que a mídia de oposição ao governo federal vem tentando convencer o País de que estamos à beira da ruína econômica.
Em 25 de abril último, o site da Presidência da República anunciava que o desemprego no Brasil em março fora “O menor da série histórica iniciada há 12 anos”, segundo IBGE. A notícia foi publicada às 16:02. Às 21:12, porém, o site do Jornal Nacional reproduzia manchete que fora vocalizada minutos antes pelo âncora William Bonner: “Taxa de desemprego no Brasil sobe para 5,7% em março”.
O cidadão que só se informou sobre o assunto por meio do principal telejornal da Globo certamente ficou achando que a situação do emprego piorou no País, sobretudo se só assistiu à “escalada” (o que seja, o anúncio das principais notícias do dia) que o casal de apresentadores do informativo global apresenta no início de cada edição.
Mesmo que o telespectador do JN tenha assistido à curta notícia sobre o desemprego que Bonner veiculou pouco depois e não apenas à manchete durante a “escalada”, se não entender de economia deve ter ficado com a impressão de que a notícia era ruim.
Leia, abaixo, a íntegra do texto que Bonner recitou.
***
“A taxa de desemprego subiu para 5,7% em março. Mesmo assim, o resultado foi o melhor para o mês desde 2002, quando o IBGE passou a utilizar a metodologia de pesquisa atual. Número de pessoas empregadas no país ficou estável. Mas, em São Paulo, houve queda de 1,3%, devido, principalmente, a demissões na indústria”
***
A notícia, como foi dada pelo JN, induz o público a erro. A notícia era – e continua sendo – excelente. Desde que o IBGE começou a apurar o desemprego no Brasil com nova metodologia – o que ocorreu em 2002 –, março de 2013 teve a taxa mais baixa em relação a todos os outros meses de março desses 12 anos.
Realmente o desemprego em março subiu em relação a fevereiro – foi de 5,7% no mês passado e de 5,6% no mês anterior. Contudo, relevar na “escalada” do telejornal uma alta de 0,1 ponto de um mês para outro é uma evidente manipulação da notícia.
Mas o pior é que, apesar de Bonner ter informado, muito rapidamente, que 5,7% foi a menor taxa de desemprego para um mês de março, ele fechou a notícia com um dado irrelevante sobre a redução do emprego em São Paulo.
Ora, por que o desemprego de São Paulo? E o dos Estados em que caiu acima da média nacional, por que não citar? Como se vê, é uma mera escolha que a redação do JN fez ao contrapor duas “más” notícias a uma boa.
Essa tática já fora usada no mês anterior. Na mesma época do mês de março, a Globo também veiculou que o desemprego “subiu” em fevereiro, quando, na verdade, aquele mês também teve a menor taxa para um fevereiro desde 2002, sempre segundo o IBGE.
O terrorismo com que Globo, Folha de S.Paulo, Estadão, Veja e seus satélites tentam piorar a percepção da sociedade sobre a situação econômica do País valendo-se de artifícios desonestos como esse supracitado é tão escandaloso e tem um viés político-eleitoral tão claro que na edição da Folha de quinta-feira, 16 de maio, o dito “decano do colunismo político nacional”, Janio de Freitas, perdeu a paciência.
Apesar de alguns blogs já terem reproduzido essa coluna de Janio, antes de prosseguir na análise reproduzo-a também (abaixo) não só para quem não leu em outra parte, mas para ilustrar o absurdo de uma campanha literalmente terrorista e mentirosa com que esse setor da mídia tenta influir na política brasileira em favor dos partidos de oposição a ela aliados.
***
Folha de S.Paulo, 16 de maio de 2013
O terrorismo do noticiário econômico martela; não sei dizer se o governo está aturdido com isso.
Janio de Freitas
Liguei o rádio no carro. Entrou de sola: “É crucial e não é bom!”. Um susto. O que seria assim dramático? A caminho do almoço, o susto devorou o apetite. Claro, era mais um dado da realidade terrível que o Brasil vive. As vendas no comércio de varejo, no primeiro trimestre ou lá quando seja, caíram a barbaridade de 0,1%.
O comércio vendeu, no período, menos R$0,10 em cada R$100. Pois é, crucial e nada bom.
Os preços, como o seu e o meu bolso sabem, vêm subindo à vontade há tempos, o que fez com que o comércio precisasse vender muito menos produtos para completar cada R$99,90 do que, na comparação com o passado, precisara para vender R$100,00. Mas, na hora, não tive tempo de salvar o apetite com esse raciocínio, porque à primeira desgraça emendava-se a notícia de outra. A queda desanimadora nas vendas para o Dia das Mães, comparadas com 2012: queda de 1%.
É preciso lembrar o quanto os consumidores encararam em aumentos de preços de um ano para cá? O comércio brasileiro está lucrando formidavelmente, com o maior poder aquisitivo das classes C, D e E, aplicado na compra dos tênis aos eletrodomésticos, dos móveis às motos, quando não aos carros.
O terrorismo do noticiário e dos comentários econômicos martela o dia todo. Não sei dizer se o governo está aturdido com isso, como parece das tão repetidas quanto inconvincentes tranquilizações do ministro Guido Mantega. Ou se comete o erro, por soberba ou por ingenuidade, de enfrentar a campanha que está, sim, fazendo opinião.
Daí que me permito duas sugestões, se você quer elementos para formar sua própria opinião. O primeiro é a leitura, disponível no site da Folha (folha.com/no1278158), de um artigo muito importante, publicado no caderno “Mercado” de terça-feira, dia 14. Seu autor é Bráulio Borges, mais um economista que escreve em português (um dia chegaremos à primeira dúzia).
Em “Pós-crise de 2008, debate mundial começa a reavaliar velhas ideias’”, Borges mostra que as cabeças mais relevantes da “ciência econômica” estão derrubando as teses de política econômica ainda predominantes e adotadas pelos economistas e outros contra as linhas básicas da política econômica no Brasil.
A outra sugestão é para que você comece bem as quartas-feiras. Se lhe ficam ainda reservas vindas de longe, releve-as e leia os artigos em que Delfim Netto tem dito muito do que precisa ser dito para fazermos ideia de onde e como estamos, de fato. Descontados, pois, terrorismos e eleitorismos. Ou, no caso, são a mesma coisa?
E como crucial vem de cruz, não se esqueça: enquanto o papa Francisco não chega, reze pelos nossos comerciantes, para que recuperem suas perdas.
***
Janio acha que a campanha terrorista praticada pelo jornal para o qual escreve e pelo resto desse setor da imprensa de forma a ajudar a oposição nas eleições do ano que vem “Está, sim, fazendo opinião”, ou seja, está convencendo a sociedade de que o País vai muito mal, obrigado.
Além disso, o “decano do colunismo político nacional” também afirma que essa desinformação estaria tendo sucesso por “soberba ou por ingenuidade” do governo Dilma Rousseff.
Concordo com Janio quando se queixa do imobilismo do governo diante de uma campanha imoral de desinformação que está sendo martelada sem parar pelas empresas de comunicação já mencionadas. Contudo, tenho minhas dúvidas de que tal campanha esteja funcionando.
Além da quase inacreditável boa situação do emprego no Brasil em um mundo em que o desemprego campeia e convulsiona sobretudo os países mais desenvolvidos e ricos, a renda das famílias e sobretudo dos trabalhadores não para de crescer.
Um dado até mais importante do que o nível de emprego crescente é o crescimento do rendimento médio do trabalho apurado pelo IBGE nas seis regiões metropolitanas em que o instituto atua – Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE revela que o rendimento médio do trabalhador deu um salto do ano passado para cá. De fevereiro de 2012 para fevereiro de 2013, os salários efetivamente recebidos (o valor líquido que chegou às mãos e bolsos do trabalhador) continuaram crescendo.
Entre 2012 e 2013, os empregados dos setores público e privado tiveram, em média, seus rendimentos aumentados de R$1.703,80 para R$1.840,20, o que representa um crescimento salarial de 8% (!).
A tese do governo Dilma, com a qual concordo em parte, é a de que o que o brasileiro sente no bolso anularia o que a mídia lhe diz sobre sua situação.
Apesar de o Jornal Nacional e o resto da mídia oposicionista pintarem um país em ruínas, hoje há emprego para quem quiser trabalhar e os salários não param de subir, apesar de quedas sazonais serem apresentadas como “Tendência de interrupção do processo de valorização monetária da mão de obra no País”.
Entende-se a aflição de Janio de Freitas. É duro para um sacerdote do bom jornalismo como ele ver seu ofício ser cotidianamente estuprado por empresários de comunicação que há muito abandonaram a missão de informar, convertendo seus veículos em agências de propaganda político-ideológica.
Todavia, terrorismo macroeconômico e midiático não é novidade no Brasil. Foi praticado antes contra o governo Lula e em condições até mais favoráveis para os terroristas midiáticos
A atual crise econômica internacional estourou em 2008, quando os EUA deixaram o banco dos irmãos Lehman quebrar. O desemprego no Brasil, então, chegou a subir por dois ou três meses. A investida midiática foi pior, mas não funcionou porque faz tempo que os brasileiros deixaram de acreditar no Jornal Nacional e cia. ltda.
bloglimpinhoecheiroso | 17/05/2013 às 14:22 | Tags: Mídia golpista, Midiáti
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Reuters: Top News

Reuters: World News

Reuters: Arts

Reuters: Sports News

Reuters: People News

Reuters: Entertainment News

Reuters: Technology News