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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Strange Fruit, a fruta amarga do racismo

Strange Fruit, a fruta amarga do racismo:

Categoria: 

Música


Enviado por Mara L. Baraúna

Strange Fruit - a fruta amarga do racismo

Do Portal Vermelho

A cantora é simplesmente genial - Billie Holiday. O autor é Abel Meeropol, um professor de inglês no Bronx, bairro de Nova York, que assinava poemas e canções com o pseudônimo Lewis Allan. O tema é assustador: o linchamento de negros nos Estados Unidos, comuns há algumas décadas. Esta é a receita que resultou num dos maiores clássicos da canção de protesto nos EUA: Strange Fruit, cuja história está contada no livro Strange Fruit: Billie Holiday e a biografia de uma canção, de David Margolick, que a editora Cosac Naify acaba de lançar em português.

A música, composta aí pelo final de 1937, foi gravada originalmente por Billie Holiday em abril de 1939 e logo apresentada em público no Café Society, uma espécie de clube noturno que reunia socialistas, comunistas, sindicalistas e democratas em Nova York (foi fechado, no começo da década de 1950, pelos caça-comunistas liderados pelo direitista chefe do FBI, J. Edgar Hoover). Foi um choque. Em sua autobiografia, a própria Billie Holiday registrou o impacto: quando terminou de cantar: silêncio total; “então uma pessoa começou a aplaudir nervosamente e, de repente, todo mundo estava aplaudindo”.

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